Month: maio 2019

FIES: MEC DIVULGA REGRAS PARA FINANCIAMENTO ESTUDANTIL DO SEGUNDO SEMESTRE DE 2019

O Ministério da Educação (MEC) publicou nesta sexta (31) as regras para o Financiamento Estudantil (Fies) do segundo semestre de 2019. Os interessados em solicitar a ajuda devem se inscrever no site do Fies (http://fies.mec.gov.br) de 25 de junho a 1° de julho.

O primeiro resultado (pré-seleção ou pré-aprovação) será divulgado no dia 9 de julho. A ordem de classificação seguirá as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

O Fies é um programa de financiamento para estudantes cursarem o ensino superior em universidades privadas.

Poderá participar do financiamento:

  • Quem tenha feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010, tenha nota igual ou maior que 450 nas cinco provas, e que não tenha zerado na redação ;
  • Quem tiver renda familiar mensal per capita de até 3 salários mínimos, para o financiamento do Fies; e entre três e cinco salários mínimos, para o P-Fies.

Fies 2º semestre 2019

  • Inscrições: 25 de junho a 1º de julho
  • Pré-seleção: 9 de julho
  • Contratação: 10 a 12 de julho
  • Chamada da lista de espera: 15 de julho a 23 de agosto.
 
Fonte: ABMES
 

Enem tem 5,1 milhões de inscritos confirmados

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019 tem 5.095.308 inscritos confirmados, de acordo com balanço divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Ao todo, 6.384.957 fizeram a inscrição no Enem, mas 20,2% não pagaram a taxa de inscrição de R$ 85 e não tiveram a inscrição confirmada.

O número de inscrições caiu em relação ao ano passado, quando o exame teve 5,5 milhões de inscritos confirmados e é o menor número desde 2012, quando 4,3 milhões confirmaram a inscrição.

Essa não foi, no entanto, a primeira queda. Desde 2017, o número de inscrições no Enem cai. Em 2016, foram 8,6 milhões de confirmados. Naquele ano, o exame deixou de certificar o ensino médio. Até então, os participantes podiam fazer a prova e, mediante uma nota mínima, obter o diploma da etapa de ensino. Em 2017, o número de confirmados caiu para 6,7 milhões.

Mais pagantes
O exame deste ano também apresentou o menor número de isenções pelo menos desde 2014, 2.980.502, que representam 58,5% dos inscritos; e o maior número de pagantes, 2.114.806, o equivalente a 41,50%.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), o número de inscritos confirmados está mais próximo ao de participantes que efetivamente comparecem às provas: 4,2 milhões em 2018. “Isso confirma o sucesso das mudanças adotadas pelo Ministério da Educação e pelo Inep desde 2016 para promover a inscrição consciente e evitar abstenções e desperdício da verba pública”, diz a pasta.

O Enem 2018 teve a menor taxa de ausência desde que o Enem adotou o formato atual, em 2009. No ano passado, 26% dos inscritos confirmados faltaram às provas, provocando um prejuízo de R$ 121 milhões com ausências.

Perfil dos participantes
As mulheres, representando 59,5% dos confirmados, e os negros (46,4% se autodeclararam pardos e 12,7%, pretos) são maioria entre os candidatos que farão o exame este ano. Em relação à faixa etária, 26,7% tem de 21 a 30 anos, 17,8% tem 17 anos; 15,9% tem 18 anos.

Os egressos, aqueles que já se formaram em anos anteriores, representam 58,7%. E os treineiros, participantes que não vão concluir a educação básica este ano, são 12,1% dos inscritos.

O Enem oferece três tipos de atendimento – especializado, específico e por nome social –, além de 15 recursos de acessibilidade. Os participantes podem solicitar mais de um atendimento e mais de um recurso de acessibilidade, desde que justificassem a necessidade.

Neste ano, o Inep recebeu 40.756 solicitações de atendimento especializado, 8 mil de atendimento específico e 2.068 de atendimento por nome social. De acordo com a autarquia, os números de atendimentos confirmados serão consolidados após a fase de análise de laudos.

Enem 2019
As provas serão aplicadas em dois domingos, 3 e 10 de novembro. Quem já concluiu o ensino médio ou vai concluir este ano pode usar as notas do Enem para se inscrever no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas de ensino superior, no Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas de estudo em instituições privadas de ensino superior, ou no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Referência: Agência Brasil

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Fonte: anup.org.br

 

ENADE 2019

ENADE 2019

O que é o ENADE?

O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) é um dos procedimentos de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). O Enade é realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), segundo diretrizes estabelecidas pela Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (Conaes), órgão colegiado de coordenação e supervisão do Sinaes.

O Enade é componente curricular obrigatório aos cursos de graduação, conforme determina a Lei nº 10.861/2004. É aplicado periodicamente aos estudantes de todos os cursos de graduação, durante o primeiro (ingressantes) e último (concluintes) ano do curso. Será inscrita no histórico escolar do estudante somente a situação regular em relação a essa obrigação, atestada pela sua efetiva participação ou, quando for o caso, dispensa oficial pelo Ministério da Educação, na forma estabelecida em regulamento.

 

Qual o objetivo?

O Enade tem como objetivo o acompanhamento do processo de aprendizagem e do desempenho acadêmico dos estudantes em relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares do respectivo curso de graduação. Seus resultados poderão produzir dados por instituição de educação superior, categoria administrativa, organização acadêmica, município, estado, região geográfica e Brasil. Assim, serão construídos referenciais que permitam a definição de ações voltadas à melhoria da qualidade dos cursos de graduação por parte de professores, técnicos, dirigentes e autoridades educacionais.

 

O Enade é obrigatório?

Conforme disposição do art. 5º, § 5º, da Lei nº. 10.861/2004, o Enade constitui-se componente curricular obrigatório, sendo inscrita no histórico escolar do estudante somente a situação regular com relação a essa obrigação. O estudante selecionado que não comparecer ao Exame estará em situação irregular junto ao Enade.

 

Quais os instrumentos básicos do Enade?

  • A prova;
  • O questionário de impressões dos estudantes sobre a prova;
  • O questionário do estudante; e
  • O questionário do coordenador(a) do curso.

 

Como são definidas as áreas que serão avaliadas no Enade?

O Ministério da Educação define, anualmente, as áreas propostas pela Comissão de Avaliação da Educação Superior (Conaes), órgão colegiado de coordenação e supervisão do Sinaes. A periodicidade máxima de aplicação do Enade em cada área será trienal.

 

Quando será realizado o ENADE?

 

Portaria Normativa MEC n° 828, que estabelece aspectos gerais sobre a realização do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2019, foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 17 de abril. O exame será aplicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em 24 de novembro, para estudantes dos cursos vinculados às áreas de avaliação do Ano I do Ciclo Avaliativo do Enade.

 

 

Quais os cursos serão avaliados no Enade 2019?

 

As áreas relativas ao grau de bacharel são: Agronomia, Arquitetura e Urbanismo, Biomedicina, Educação Física, Enfermagem, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia de Alimentos, Engenharia de Computação, Engenharia de Produção, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia Elétrica, Engenharia Florestal, Engenharia Mecânica, Engenharia Química, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia e Zootecnia. Já as áreas relativas ao grau de tecnólogo incluem: Tecnologia em Agronegócio, Tecnologia em Estética e Cosmética, Tecnologia em Gestão Ambiental, Tecnologia em Gestão Hospitalar, Tecnologia em Radiologia e Tecnologia em Segurança no Trabalho. 

 

CRONOGRAMA ATIVIDADE PERÍODO

 

– O Enade 2019 será regulamentado por edital, a ser publicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – Inep, em que serão estabelecidos os aspectos indispensáveis à realização do Exame, incluindo cronograma, prazos, procedimentos técnicos e responsabilidades das Instituições de Educação Superior – IES e dos estudantes, entre outras diretrizes para sua realização.

 

http://portal.inep.gov.br/artigo/-/asset_publisher/B4AQV9zFY7Bv/content/portaria-do-enade-2019-define-os-cursos-avaliados-neste-ano/21206

http://download.inep.gov.br/educacao_superior/enade/legislacao/2019/portaria_n828_de_16042019-enade2019.pdf

Portaria do Enade 2019 define as áreas de avaliação deste ano

Portaria Normativa MEC n° 828, que estabelece aspectos gerais sobre a realização do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2019, foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 17 de abril. O exame será aplicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em 24 de novembro, para estudantes dos cursos vinculados às áreas de avaliação do Ano I do Ciclo Avaliativo do Enade.

As áreas relativas ao grau de bacharel são: Agronomia, Arquitetura e Urbanismo, Biomedicina, Educação Física, Enfermagem, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia de Alimentos, Engenharia de Computação, Engenharia de Produção, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia Elétrica, Engenharia Florestal, Engenharia Mecânica, Engenharia Química, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia e Zootecnia. Já as áreas relativas ao grau de tecnólogo incluem: Tecnologia em Agronegócio, Tecnologia em Estética e Cosmética, Tecnologia em Gestão Ambiental, Tecnologia em Gestão Hospitalar, Tecnologia em Radiologia e Tecnologia em Segurança no Trabalho.

As Instituições de Educação Superior (IES) deverão inscrever todos os alunos ingressantes e concluintes de cursos vinculados às áreas de avaliação do Enade 2019. Como a inscrição dos ingressantes é para fins de regularidade junto ao Enade, esses estudantes são dispensados da participação efetiva na prova. Já os concluintes habilitados e devidamente inscritos por suas instituições ficam convocados a participar da prova e também a preencher o Questionário do Estudante.

O Enade é componente curricular obrigatório e, portanto, imprescindível para que o estudante conclua seu curso, cole grau e obtenha o diploma. A regularidade no Exame constará no histórico escolar dos estudantes. O Inep atesta a regularidade do estudante por meio de relatório, mas a responsabilidade pela verificação e emissão de documentos de conclusão dos cursos de graduação, colação de grau e diploma é das instituições.

Critérios para inscrição – são considerados ingressantes os estudantes que tenham iniciado o respectivo curso em 2019, estejam devidamente matriculados e tenham de zero a 25% da carga horária mínima do currículo completa até o final das inscrições ao Enade. São considerados concluintes de cursos de bacharelado os estudantes que tenham finalizado 80% ou mais da carga horária mínima do currículo do curso e não tenham colado grau até o fim das inscrições ao Enade 2019, ou aqueles com previsão de integralização de 100% da carga horária do curso até julho de 2020. No caso dos cursos superiores de tecnologia, são considerados concluintes os alunos que tenham cumprido 75% ou mais da carga horária mínima do currículo do curso e não tenham colado grau até o último dia do período de inscrições do Enade 2019, ou aqueles com previsão de integralização de 100% da carga horária do curso até dezembro de 2019.

Cronograma – Todos os detalhes do Enade 2019, com prazos e procedimentos técnicos pertinentes, serão publicados futuramente pelo Inep, em edital. O documento vai definir, por exemplo, como as IES devem vincular seus cursos às áreas de avaliação e todo o cronograma de divulgação dos resultados. O Inep também vai divulgar as diretrizes das provas, definidas com a orientação técnica de Comissões Assessoras de Área (CAA) e elaboradas pelo Instituto a partir dos itens do Banco Nacional de Itens da Educação Superior (BNI – ES). Os resultados do Enade 2019 serão divulgados pelo Inep associados aos respectivos códigos de curso e de Instituições de Educação Superior utilizados no processo de inscrição de estudantes no Exame.

 

 clique aqui.

Fonte: portal.inep.gov.br

 

PORTARIA Nº 307, DE 28 DE MAIO DE 2019

PORTARIA Nº 307, DE 28 DE MAIO DE 2019

Foi publicada hoje a Portaria do MEC 307/2019 que altera a Portaria nº 30, de 4 de fevereiro de 2015, que dispõe sobre a reabertura de prazo para a realização de aditamento de suspensão temporária e sobre a definição de prazo para a realização de aditamento extemporâneo de contrato de financiamento do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES).

Modificando o entendimento anterior, a Portaria determina que o prazo para a realização de aditamento de contrato de financiamento, autorizado com base no disposto no caput do art. 25 da Portaria Normativa MEC nº 1, de 22 de janeiro de 2010, será de até 30 (trinta) dias, a partir da data de sua liberação no Sistema Informatizado do FIES (SisFIES).

Ademais, dispõe o novo diploma que, na ocorrência da liberação de mais de um aditamento para um mesmo contrato de financiamento, o prazo de que trata o caput passará a ser contado a partir da data de contratação do último aditamento liberado.

Tenha acesso ao inteiro teor da Portaria neste link.

 

FIES COMPLETA 20 ANOS COM 47% DOS ATUAIS ESTUDANTES INADIMPLENTES

Duas décadas depois da criação do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil), o programa bate recorde em dívidas e apresenta déficit de R$ 13 bilhões. Ao todo 47,7% dos estudantes atualmente matriculados estão inadimplentes.

A medida completa 20 anos nesta 3ª feira (28.mai.2019). O programa foi instituído como Medida Provisória do governo de Fernando Henrique Cardoso em 28 de maio de 1999.

O Fies se propõe como um financiamento a taxas baixas para o pagamento de cursos de graduação. Estudantes com dificuldades financeiras podem recorrer a 1 empréstimo, subsidiado pelo governo. Ao longo do curso, pagam uma pequena parte, referente aos juros. Depois da formatura, pagam as parcelas correspondentes às mensalidades.

Quase 3 milhões de estudantes participaram do Fies nos últimos 10 anos. De acordo com o ministério, 2,8 milhões desse total ainda estão em débito com a União. Os dados são contabilizados pelo FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) desde 2010.

Até 2017, as parcelas começavam a ser pagas em até 18 meses após a formatura, e poderiam ser divididas em 1 período 3 vezes maior que a duração do curso. O valor das dívidas de estudantes do Fies corresponde a R$ 24 bilhões. Desse total, R$ 13 bilhões não foram pagos pelos estudantes inadimplentes.

Segundo o MEC (Ministério da Educação), o grupo de inadimplentes corresponde a 522.414 estudantes atualmente matriculados em faculdades pelo Fies. O valor representa 47,7% do total de 1.096.328 alunos dentro do programa que estão cursando o ensino superior.

Histórico
O programa foi 1 dos principais impulsionadores para o acesso ao ensino superior no Brasil. Segundo o professor Remi Castioni, da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília, o Fies e o Prouni (Programa Universidade para Todos) permitiram que o Brasil a alcançasse “1 modelo de massa da universidade, que é basicamente quando se atinge em torno de 30% [do total da população] em número de matrículas no ensino superior”.

Castioni afirma que o programa tem contribuído para o crescimento do setor privado. “Boa parte da expansão dos grandes grupos empresariais que passaram a operar nos últimos anos no Brasil sobreviveu pelo Fies, porque o programa acabou garantindo muito para esses grupos.”

A farra do Fies
Instituições privadas chegaram a orientar que alunos aderissem ao financiamento sem real necessidade. Em 2015, o jornal O Estado de São Paulo publicou a reportagem “A farra do Fies”. Segundo o texto, de 2010 a 2013, o número de inscritos no programa aumentou 448%, frente ao crescimento de 13% de novas matrículas.

A apuração constatou que instituições estimulavam alunos a migrar do pagamento particular e a se endividar pelo Fies. Isso diminuía os riscos das universidades de ter inadimplentes, já que não tinham de cobrar as mensalidades de seus estudantes, mas do próprio governo federal.

O papel na educação superior
ABMES (Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior) defende a importância do fundo para a formação universitária. Para o diretor executivo da Associação, Sólon Caldas, “o Fies consiste em uma das maiores políticas públicas de acesso à educação superior já implementadas no país, especialmente a partir de 2010, quando sofreu alterações e passou a ser ainda mais inclusivo, até 2014, quando atingiu seu ápice”.

Uma pesquisa divulgada pela ABMES, em junho de 2018, aponta que questões financeiras são o maior motivo de evasão no ensino superior particular. A causa é apontada por 36% dos alunos que abandonaram os estudos. Dentro desse grupo, 60% indicam que o valor da mensalidade era muito alto; 17% afirmam ter saído após não ter conseguido financiamento.

A pesquisa, que usou dados do Censo Educação Superior, afirma que em 2016 o Fies representava 26% das matrículas no ensino superior particular do país. A região com maior adesão era a Nordeste (36%), seguida pela Centro-Oeste (34%) e Norte (25%). Eis a adesão por região brasileira.

Mudanças no programa 
O número de vagas oferecidas para participar do financiamento diminuiu nos últimos anos. O ápice foi em 2016, quando o MEC ofereceu 325 mil inscrições. Houve redução nos 2 anos seguintes. Para 230 mil e 100 mil, respectivamente. As 100 mil vagas por ano se mantiveram para o ano de 2019. Sendo metade delas para cada semestre letivo.

Sólon Caldas afirma que o número geral de inscritos no ensino superior diminuiu nos últimos 4 anos. E que mudanças estruturais no Fies, paralelas à diminuição das vagas, dificultaram o ingresso às faculdades.

“A divisão das vagas em 3 modalidades, sendo duas geridas por bancos privados no que foi denominado Programa de Financiamento Estudantil, P-Fies, dificultou o acesso, já que o financiamento somente é liberado aos estudantes que atendem às exigências bancárias de garantia de pagamento, geralmente muito mais rígidas do que as adotadas pelo governo”, afirmou o diretor da ABMES.

Já Remi Castioni aponta que os gastos do MEC com o Fies são consideráveis e que a inadimplência é uma questão a se pensar. O professor acredita que se o financiamento fosse direcionado para cursos com uma maior taxa de empregabilidade, as chances de pagamento seriam maiores.

“No Brasil a gente tem o modelo de concentração de cursos universitários em apenas 4 tipos: Administração, Pedagogia, Ciências Contábeis e Direito. Esses 4 representam ? das vagas no ensino superior. Então a taxa de empregabilidade é muito baixa. As pessoas se ocupam de outras coisas, mas todo mundo quer fazer Direito”, afirmou. “Poderia verificar as demandas regionais e investir em cursos que gerem empregos”, defendeu.

Castioni também defende que o governo deve fazer tomar decisões sobreo programa com base em análises reais. “Mas nós não temos 1 sistema de avaliação”, declarou. “Tem a nota de 1 a 5, mas não se sabe muito bem por que 1 curso tem 3, 4 ou nota 5. Há muita pouca transparência. Não tem pesquisa sobre a inserção dos alunos que fazem ensino superior. A gente sabe que tem mais chance, mas não sabe como ou quanto”, concluiu.

Fonte: ABMES

EAD SE CONSOLIDA NO BRASIL

 O aumento no número de instituições no Brasil que oferecem o EAD (Ensino a Distância) confirma uma tendência que há quase duas décadas era rejeitada pela maioria dos acadêmicos e por muitas empresas na hora da contratação de profissionais.

De acordo com dados a ABMES (Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior), o número de alunos matriculados nessa modalidade quase que dobrou em menos de dez anos. Em 2009, 838 mil alunos se matricularam em cursos de EAD, sendo que o número saltou para 1.756.982, em 2017.

O censo realizado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) em 2018, mostra que as matrículas em EAD no Brasil cresceram 17,6% de 2016 para 2017. A quantidade de cursos no país também aumentou nesse período, passando de 1.662 para 2.108, o que representa aumento de 26.8% em apenas um ano, o maior crescimento desde 2009.

Essa categoria de ensino apresenta muitas vantagens, como atender estudantes que moram longe dos grandes centros urbanos, onde se concentra a maioria das escolas e universidades de ensino presencial, flexibilidade para fazer o próprio horário e baixo custo em relação aos cursos presenciais, contando ainda com a economia de gastos com alimentação e transporte.

Ensino superior e pós-graduação 
No entanto, para o bom aproveitamento do curso, é preciso atender a um perfil que exige disciplina e dedicação. Quem deseja fazer o ensino superior ou pós-graduação a distância, mas necessita de lista de presença como pressão para não faltar às aulas e do contato pessoal com professores e colegas de sala, deve esquecer o EAD. O estudante deve ter acesso a computador com programas atualizados e internet de qualidade e, o principal, muita disciplina para estudar as horas necessárias e cumprir as atividades exigidas.

Assim como os cursos presenciais, o EAD exige um mínimo de frequência para que o aluno seja aprovado. Esse controle é feito por meio das atividades no curso, como estudar o material que foi disponibilizado, preparando resumos e relatórios, fazer exercícios e participar de chats que promovem discussões e estudo de casos. Ao invés de professores, o estudante online terá tutores que acompanham seu dia a dia, fazendo cumprir a metodologia adotada.

A legislação brasileira exige, no entanto, que a avaliação ao final do curso seja feita de forma presencial. Por isso, quem pretende ingressar em um curso EAD de ensino superior ou pós-graduação, deve verificar o local das provas para se programar para as despesas de viagem e ausência do local de trabalho, por exemplo.

Quase tudo pode ser estudado a distância 
Os cursos EAD se popularizaram de tal forma, que atualmente é possível estudar quase tudo a distância e obter um certificado.

Com o número de desempregados no país na casa dos 13,5 milhões, quem procura por uma colocação no mercado busca uma forma rápida e barata para adquirir um certificado e aumentar as chances de conseguir uma renda.

Cursos técnicos, de capacitação ou extensão sobre os mais variados assuntos podem ser encontrados em uma pesquisa rápida na internet. De técnico eletricista, passando por administração do próprio negócio, tem curso até para aprender a elaborar um currículo e aumentar as chances de conseguir um emprego.

Mas para aqueles que não têm tanta pressa e visam uma formação profissional de qualidade com o máximo de aproveitamento, é preciso avaliar muito antes de se matricular em um curso EAD. Veja as dicas.

Para ter sucesso no EAD
Organize sua rotina 

Determine um horário específico para estudar e faça um planejamento das tarefas com objetivos e cronograma.

Seja disciplinado
Focar, anotar e fazer são as três regras da disciplina. Siga o planejamento de tarefas, considerando sempre que no horário estipulado para estudos essa é sua única prioridade.

Não subestime a modalidade
Por exigir tanta disciplina, o curso EAD não é fácil. Esteja preparado para esse desafio, senão você acaba desistindo e amargando prejuízos.

Participe
Participe de fóruns de discussões e plantão de dúvidas, se houver. Não hesite em entrar em contato com os tutores para fazer perguntas e pedir orientações.

Evite distrações
O local de estudo deve ser calmo, sem barulho ou interrupções. Esqueça o celular ou a tv. Por mais difícil que lhe pareça, devem ficar desligados.

Conheça a plataforma
Para bom aproveitamento do EAD, antes de iniciar qualquer atividade, procure dominar as ferramentas da plataforma do seu curso. Vasculhe tudo e se tiver dúvidas, pergunte.

Atualize sua tecnologia 
Um bom computador e uma boa conexão de internet são fundamentais para fazer um curso EAD. Antes da matrícula, analise que irá precisar fazer algum investimento nessa área.

Descanse 
Não deixe de colocar descanso e horas de lazer na sua programação. Pelo menos um dia por semana para isso é fundamental.

 
Fonte: ABMES

EDITAL Nº 36, DE 20 DE MAIO DE 2019PROGRAMA UNIVERSIDADE PARA TODOS – PROUNIPROCESSO SELETIVO – SEGUNDO SEMESTRE DE 2019

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO

Publicado em: 22/05/2019 Edição: 97 Seção: 3 Página: 48

Órgão: Ministério da Educação/Secretaria de Educação Superior

EDITAL Nº 36, DE 20 DE MAIO DE 2019PROGRAMA UNIVERSIDADE PARA TODOS – PROUNIPROCESSO SELETIVO – SEGUNDO SEMESTRE DE 2019

O SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR, no uso das atribuições que lhe confere o art. 2ºdo Decreto nº5.493, de 18 de julho de 2005, e tendo em vista o disposto na Portaria Normativa MEC nº1, de 2 de janeiro de 2015, torna público o cronograma e demais procedimentos relativos ao processo seletivo do Programa Universidade para Todos – Prouni referente ao segundo semestre de 2019.

1. DAS INSCRIÇÕES

1.1. As inscrições para o processo seletivo do Programa Universidade para Todos – Prouni referente ao segundo semestre de 2019 serão efetuadas em uma única etapa, exclusivamente pela internet, por meio da página do Prouni no endereço eletrônico http://siteprouni.mec.gov.br, no período de 11 de junho de 2019 até as 23 horas e 59 minutos de 14 de junho de 2019, observado o horário oficial de Brasília – DF.

1.2. Somente poderá se inscrever no processo seletivo do Prouni o CANDIDATO brasileiro não portador de diploma de curso superior que tenha participado do Exame Nacional do Ensino Médio – Enem referente à edição de 2018, observado o disposto no art. 8º da Portaria Normativa MEC nº 1, de 2 de janeiro de 2015, e que atenda a pelo menos uma das condições a seguir:

I – tenha cursado o ensino médio completo em escola da rede pública;

II – tenha cursado o ensino médio completo em instituição privada, na condição de bolsista integral da respectiva instituição;

III – tenha cursado o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada, na condição de bolsista integral da respectiva instituição;

IV – seja pessoa com deficiência;

V – seja professor da rede pública de ensino, no efetivo exercício do magistério da educação básica e integrando o quadro de pessoal permanente da instituição pública, conforme disposto no art. 3ºdo Decreto nº5.493, de 18 de julho de 2005.

1.3. A inscrição no processo seletivo do Prouni condiciona-se ao cumprimento dos requisitos de renda estabelecidos nos §§ 1ºe 2ºdo art. 1ºda Lei nº11.096, de 13 de janeiro de 2005, podendo o CANDIDATO se inscrever às bolsas:

I – integrais, no caso em que a renda familiar bruta mensal per capita não exceda o valor de 1,5 (um vírgula cinco) salário-mínimo; ou

II – parciais, no caso em que a renda familiar bruta mensal per capita não exceda o valor de 3 (três) salários mínimos.

1.3.1. Os limites de renda de que trata o subitem 1.3 deste Edital não se aplicam aos CANDIDATOS referidos no inciso V do art. 3ºda Portaria Normativa MEC nº1, de 2015, no caso especificado em seu respectivo parágrafo único.

1.4. Para efetuar sua inscrição o CANDIDATO deverá, obrigatoriamente, informar:

I – seu número de inscrição do Enem 2018 e a senha mais atual cadastrada no referido Exame;

II – endereço de e-mail e número de telefone válidos, aos quais o Ministério da Educação poderá, a seu critério, enviar comunicados periódicos referentes aos prazos e resultados do processo seletivo do Prouni, e demais informações julgadas pertinentes;

III – dados cadastrais próprios e referentes ao grupo familiar;

IV – em ordem de preferência, até 2 (duas) opções de instituição, local de oferta, curso, turno, tipo de bolsa e modalidade de concorrência dentre as disponíveis conforme sua renda familiar bruta mensal per capita e a adequação aos critérios referidos nos artigos 3ºe 6ºda Portaria Normativa MEC nº1, de 2015.

1.5. A inscrição do CANDIDATO no processo seletivo do Prouni implicará a concordância expressa e irretratável com o disposto na Portaria Normativa MEC nº1, de 2015, no Termo de Adesão da instituição de educação superior – IES para a qual o CANDIDATO se inscreveu no Prouni, neste Edital, bem como nos editais das instituições para as quais tenha se inscrito.

2. DAS CHAMADAS

2.1. O processo seletivo do Prouni será constituído de 2 (duas) chamadas sucessivas.

3. DA DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS

3.1. Os resultados com a lista dos CANDIDATOS pré-selecionados, nos termos do art. 12 da Portaria Normativa MEC nº1, de 2015, estarão disponíveis na página do Prouni na internet, no endereço eletrônico http://siteprouni.mec.gov.br, nas seguintes datas:

Primeira chamada: 18 de junho de 2019.

Segunda chamada: 2 de julho de 2019.

3.2. O CANDIDATO poderá consultar o resultado das chamadas na página eletrônica do Prouni na internet, referida no subitem 3.1, e nas instituições para as quais efetuou sua inscrição.

4. DA COMPROVAÇÃO DAS INFORMAÇÕES E EVENTUAL PROCESSO SELETIVO PRÓPRIO DAS INSTITUIÇÕES

4.1. O CANDIDATO pré-selecionado deverá comparecer à respectiva IES para comprovação das informações prestadas em sua inscrição e eventual participação em processo seletivo próprio da instituição, quando for o caso, nas seguintes datas:

Primeira chamada: de 18 a 25 de junho de 2019.

Segunda chamada: de 2 a 8 de julho de 2019.

4.2. É de exclusiva responsabilidade do CANDIDATO a observância:

I – do local, data e horário de atendimento e demais procedimentos estabelecidos pela IES para a aferição das informações; e

II – do local, data e horário de aplicação de processo seletivo próprio pela IES, se for o caso.

5. DO REGISTRO NO SISPROUNI E DA EMISSÃO DOS TERMOS PELAS INSTITUIÇÕES

5.1. O registro da aprovação ou reprovação dos CANDIDATOS no Sistema Informatizado do Prouni – Sisprouni e a emissão dos respectivos Termos de Concessão de Bolsa ou Termos de Reprovação pelas IES deverão ser realizados nas seguintes datas:

Primeira chamada: de 18 a 28 de junho de 2019.

Segunda chamada: de 2 a 11 de julho de 2019.

5.2. O Sisprouni ficará disponível para lançamento, pelas IES, do registro da aprovação ou da reprovação dos CANDIDATOS até as 23 horas e 59 minutos do último dia de cada chamada, observado o horário oficial de Brasília – DF.

6. DA LISTA DE ESPERA DO PROUNI

6.1. Para participar da lista de espera do Prouni, o CANDIDATO deverá manifestar seu interesse por meio da página do Prouni na internet, no endereço eletrônico http://siteprouni.mec.gov.br, no período de 15 a 16 de julho de 2019.

6.2. A lista de espera estará disponível no Sisprouni para consulta pelas IES no dia 18 de julho de 2019.

6.3. Os CANDIDATOS que tenham manifestado interesse em participar da lista de espera do Prouni deverão comparecer às IES e entregar a documentação pertinente para comprovação das informações prestadas na inscrição e participação em eventual processo seletivo próprio da instituição, quando for o caso, no período de 19 a 22 de julho de 2019.

6.4. O registro no Sisprouni da aprovação ou reprovação do CANDIDATO pré-selecionado em lista de espera do Prouni e a emissão do respectivo Termo de Concessão de Bolsa ou Termo de Reprovação deverão ser realizados pelas IES no período de 23 a 30 de julho de 2019.

6.5. É de exclusiva responsabilidade da IES divulgar a lista de espera do Prouni a todo o corpo discente, inclusive mediante afixação em locais de grande circulação de CANDIDATOS e em suas páginas eletrônicas na internet.

7. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

7.1. É de exclusiva responsabilidade do CANDIDATO a observância dos:

I – prazos estabelecidos no presente Edital, bem como o acompanhamento de eventuais alterações por meio da página do Prouni na internet, no endereço eletrônico http://siteprouni.mec.gov.br ou pela Central de Atendimento do MEC (0800 616161);

II – os requisitos e os documentos exigidos para a comprovação das informações prestadas na inscrição, nos termos da Portaria Normativa MEC nº1, de 2015.

7.2. Eventuais comunicados do Ministério da Educação acerca do processo seletivo do Prouni têm caráter meramente complementar, não afastando a responsabilidade do CANDIDATO de se manter informado acerca dos prazos e procedimentos referidos no subitem 7.1.

7.3. O Ministério da Educação não se responsabilizará por:

I – inscrição via internet não recebida por quaisquer motivos de ordem técnica de computadores, falhas de comunicação, congestionamentos das linhas de comunicação, por procedimento indevido, bem como por outros fatores que impossibilitem a transferência de dados, sendo de responsabilidade do CANDIDATO acompanhar a situação de sua inscrição; e

II – inscrição via internet realizada ou alterada por terceiros por meio da coleta de informações do CANDIDATO mediante engenharia social ou informações publicadas em sites que não sejam do MEC.

7.3.1. Nos termos do inciso II do subitem 7.3., compete exclusivamente ao CANDIDATO a responsabilidade pela guarda e sigilo de sua senha para inscrição e participação no processo seletivo de que trata este Edital.

7.3.1.1 O CANDIDATO não deverá compartilhar sua senha e dados cadastrais com outras pessoas ou realizar qualquer outra ação que possa comprometer a segurança de sua inscrição.

7.4. A prestação de informações falsas ou a apresentação de documentação inidônea pelo CANDIDATO, apurada posteriormente à matrícula, em procedimento que lhe assegure o contraditório e a ampla defesa, ensejará o encerramento da bolsa de estudo do Prouni, sem prejuízo das sanções penais eventualmente cabíveis.

7.5. Este Edital entra em vigor na data de sua publicação.

ARNALDO LIMA

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Fonte: portal.mec.gov.br 

 

PROUNI -MEC publica edital do processo seletivo para o segundo semestre de 2019

O Ministério da Educação publicou nesta quarta-feira, 22 de maio, o edital referente ao processo seletivo do segundo semestre do Programa Universidade para Todos (ProUni).

As inscrições poderão ser feitas no período de 11 de junho de 2019 até as 23 horas e 59 minutos de 14 de junho do mesmo ano, exclusivamente na página do Prouni (http://siteprouni.mec.gov.br).

Podem se inscrever candidatos brasileiros que não tenham diploma de curso superior e que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018.

Para se candidatar ao Prouni, também é necessário atender a pelo menos um dos requisitos a seguir:

  • ter cursado o ensino médio completo em escola pública, ou em instituição privada como bolsista integral;
  • possuir alguma deficiência; ser professor da rede pública;
  • estar enquadrado no perfil de renda exigido pelo programa.

O ProUni oferece bolsas de estudo integrais (100%) e parciais (50%) em cursos de graduação de instituições privadas de ensino superior.

As bolsas integrais são destinadas aos estudantes com renda familiar bruta per capita de até 1,5 salário mínimo. Já as bolsas parciais contemplaram os candidatos que têm renda familiar bruta per capita de até 3 salários mínimos.

Para efetuar a inscrição, o candidato deve informar o número de inscrição do Enem 2018 e a senha mais atual cadastrada no referido Exame.

Além disso, complementar o cadastro com endereço de e-mail e número de telefone válidos, aos quais o MEC poderá, a seu critério, enviar comunicados periódicos referentes aos prazos e resultados do processo seletivo.

A divulgação do resultado da primeira chamada está prevista para o dia 18 de junho de 2019. Já a segunda chamada está prevista para o dia 2 de julho. O acesso é feito exclusivamente pelo site do Prouni.

Seleção – O candidato pré-selecionado deverá comparecer à respectiva instituição de ensino superior (IES) para comprovação das informações em datas distintas: na primeira chamada, de 18 a 25 de junho, e na segunda, de 2 a 8 de julho.

A lista de espera, caso as vagas não sejam ocupadas, fica disponível no site para consulta pelas IES no dia 18 de julho.

Nota mínima – O MEC estabelece que a nota mínima para participar no ProUni é de 450 pontos na média aritmética das notas obtidas nas provas do Enem.

O cálculo é feito a partir da soma das notas das cinco provas do exame e, depois, dividindo por cinco. Outra exigência é a de que o aluno não tenha tirado zero na redação.

Prouni – O Programa Universidade para Todos tem como finalidade a concessão de bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições de ensino superior privadas.

Criado pelo Governo Federal em 2004 e institucionalizado pela Lei nº 11.096, em 13 de janeiro de 2005, ele oferece, em contrapartida, isenção de tributos àquelas instituições que aderem ao Programa.

Dirigido aos estudantes egressos do ensino médio da rede pública ou da rede particular na condição de bolsistas integrais, com renda familiar per capita máxima de até três salários mínimos, o Prouni conta com um sistema de seleção informatizado e impessoal, que confere transparência e segurança ao processo.

Os candidatos são selecionados pelas notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) conjugando-se, desse modo, inclusão à qualidade e mérito dos estudantes com melhores desempenhos acadêmicos.

O Prouni já atendeu, desde sua criação até o processo seletivo do primeiro semestre de 2019, mais de 2,6 milhões de estudantes, sendo 69% com bolsas integrais.

Confira o edital do ProUni 

Assessoria de Comunicação Social

Fonte: portal.mec.gov.br