Month: junho 2019

SEMERJ vem ao Sul Fluminense para debater as Transformações Digitais e Ensino Superior

O encontro regional aconteceu no Centro Histórico Cultural, no campus Olezio Galotti, em Três Poços

Coordenado por um dos vice-presidentes do Semerj, José Ivo de Souza, tendo a presença de representantes das IES do Sul Fluminense, entre elas UGB, UBM e Dom Bosco, o UniFOA abrigou no dia 17 de junho o “1º Encontro Regional do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior do Estado do Rio de Janeiro (Semerj)”, evento inédito na região Sul Fluminense, que reuniu 110 participantes no Centro Histórico Cultural, no campus Olezio Galotti, em Três Poços. Estiveram presentes mantenedores, reitores, pró-reitores, diretores, coordenadores e professores de diversas instituições para debater a “Transformação digital nas instituições de Ensino Superior: a área acadêmica”.

O evento contou com as palestras: “A aprendizagem e a formação em transformação”, ministrada pelo pró-reitor da Unicarioca, Professor Doutor Maximiliano Damas; e “A sala de aula e o professor em transformação”, tema apresentado pelo Coordenador da UC-Semerj, Professor Doutor Alexandre Nicolini.

A diretora executiva do Semerj, Vera Lígia Gomes, falou sobre as missões da instituição, que uma delas é auxiliar no desenvolvimento e treinamento das instituições de ensino: “A ideia é agregar valor. O evento foi pensando para fortalecer todas as regiões do estado e o tema vai de encontro com um dos maiores desafios propostos na atualidade que é a tecnologia”.

Segundo o reitor do UniFOA, Carlos José Pacheco, o Brasil já conta com excelentes projetos, pesquisas e softwares. O que antes era considerado uma tendência passageira hoje é realidade e já muda a vidas. “Hoje em dia não falarmos mais em transformação sem tecnologia. Utilizando-a como aliada, temos relações de ensino/aprendizagem que unem ainda mais aluno, professor e instituição”, destacou o reitor do UniFOA, Carlos José Pacheco.

Nos rumos da indústria 4.0 o questionamento da universidade atual é inevitável. “Ao fazermos um panorama da educação no mundo, podemos atestar facilmente que as instituições de ensino se encontram em estágios diferentes quando nos referimos ao uso da tecnologia. A jornada da transformação digital na educação é um caminho longo ao qual já iniciamos a caminhada”, finalizou o superintendente geral da FOA e vice-presidente do Semerj, José Ivo de Souza.

Sobre o Semerj

Fundado em 21 de dezembro de 1981, o Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior do Rio de Janeiro, foi constituído para fins de estudo, coordenação, proteção e representação legal das IES com base territorial no Estado do Rio de Janeiro. Com o intuito de colaborar com os Poderes Públicos e as demais associações, no sentido da solidariedade social e da sua subordinação aos interesses nacionais.

A missão é representar legalmente as Instituições de Ensino Superior no Estado do Rio de Janeiro, defendendo, perante as autoridades administrativas ou judiciárias, os interesses gerais ou individuais de nossos associados.

SEMERJ – Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior do Estado do Rio de Janeiro.
Endereço: Av. Rio Branco, 277 – sala 1410 – Centro, Rio de Janeiro – RJ, 20040-009 
Telefone: (21) 3852-0577 – (21) 3852-0579 | semerj@semerj.org.br.

 

 

Fonte: Canal 36

Por: Carlos DeAraújo- Jornalista

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MEC empossa cinco reitores de universidades e três de institutos federais

Luciano Marques e Guilherme Pera, do Portal MEC

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, deu posse a oito reitores na manhã desta quarta-feira, 19 de junho, no auditório do Ministério da Educação. Cinco comandarão universidades e três, institutos federais.

As universidades são:

  • Universidade Federal da Grandes Dourados (UFGD)
  • Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila)
  • Universidade Federal do Cariri (UFCA);
  • Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio);
  • Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM).

E os três institutos:

  • Instituto Federal de Alagoas;
  • Instituto Federal de Rondônia;
  • Instituto Federal do Amazonas.

“Esses senhores e essa senhora que aqui estão toparam o desafio. Vão entregar o resultado e plantar a semente para o futuro: o Brasil vai ser o principal país da América Latina em termos de pesquisa acadêmica, em termos de eficiência na formação de alunos”, disse Weintraub.

“Um instituto federal, uma universidade federal muda a realidade regional de onde está. Muda a realidade nacional”, continuou o ministro.

Eis os currículos resumidos dos reitores:

Uberlando Tiburtino Leite – Instituto Federal de Rondônia 
Graduado em Agronomia pela Universidade Federal da Paraíba, mestre em Produção Vegetal (Fitotecnia) pela Universidade Federal do Ceará e doutor em Produção Vegetal (Fitotecnia) pela Universidade Federal de Viçosa.

Carlos Guedes de Lacerda – Instituto Federal de Alagoas
Graduado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal da Paraíba e em Direito pelo Centro de Estudos Superiores de Maceió, mestre em Educação pela Universidade Federal da Paraíba.

Antônio Venâncio Castelo Branco – Instituto Federal do Amazonas 
Graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Amazonas, pós-graduado (Lato-Sensu) a nível de Especialização na Área de Construção Civil em Instalações Prediais pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais e doutorando pela Universidad de La Empresa (Uruguai).

Ricardo Luiz Lange Ness – Universidade Federal do Cariri 
Graduado em Agronomia pela Universidade Federal do Ceará, mestre em Agronomia (Solos e Nutrição de Plantas) pela UFC e doutorado em Ciências Agrárias/Agricultura Tropical e Subtropical pela Georg August Universität/Göttingen/Alemanha.

Gleisson Alisson Pereira de Brito – Universidade Federal da Integração Latino-Americana 
Graduado em Ciências Biológicas pelas Universidade Federal do Paraná e em Educação Física pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, mestre e doutor em Biologia Celular e Molecular (Concentração em Fisiologia), ambos pela Universidade Federal do Paraná.

Mirlene Ferreira Macedo Damázio – Universidade Federal da Grande Dourados 
Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal de Uberlândia, mestre em Educação pela Universidade Federal de Uberlândia, em Educação para a Diversidade Humana pela Universidade de Salamanca, e doutora em Educação pela Universidade Estadual de Campinas.

Ricardo Silva Cardoso – Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro 
Graduado em Ciências Biológicas Modalidade Biologia Marinha pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, mestre em Ecologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e doutor em Ciencias Biologicas na Universidad de la Republica. 

Luiz Fernando Resende dos Santos Anjo – Universidade Federal do Triângulo Mineiro 
Graduado em Engenharia Civil pela Universidade de Uberaba. Mestre e doutor em Engenharia Civil, área de concentração em Recursos Hídricos, pela Universidade Estadual de Campinas.

 
Fonte: MEC 

ENSINO A DISTÂNCIA DEVE GANHAR FORÇA NOS PRÓXIMOS ANOS

O ensino a distância tem ganhado cada vez mais destaque na educação superior. Nos últimos anos, a oferta cresceu exponencialmente. Em 2010, só existiam 10 cursos no Brasil. Em apenas sete anos, esse número passou para mais de 2 mil, sendo que 97% é ofertado por instituições particulares. O crescimento se reflete na oferta das bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni). O número de municípios ofertando cursos a distância por meio do programa subiu 39% no segundo semestre de 2019 em relação ao mesmo período de 2018.

Enquanto isso, o ensino presencial deu uma estagnada nos últimos anos. É isso que faz o Ministério da Educação (MEC) acreditar que a modalidade crescerá e ganhará destaque na formação dos profissionais. O panorama, com base no Censo da Educação Superior, foi apresentado durante o 12°Congresso Brasileiro da Educação Superior Particular (Cbesp), que ocorreu em Belo Horizonte (MG), entre 6 e 8 de junho.

De acordo com Marcos Heleno Guerson de Oliveira Júnior, diretor de política regulatória da Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação (Seres/MEC), a EAD é a única solução para democratizar o acesso ao ensino superior. “Temos mais de cinco mil municípios e uma reduzida minoria deles  tem cursos presenciais. Não há solução para interiorização que não seja a EAD. Mas não só para o interior; quando pensamos em São Paulo, por exemplo, quem  hoje tem condições de ficar três, quatro  horas no trânsito para ir à aula?”, questionou.

A questão da mobilidade foi exatamente o que fez Gabriel Soares, 23 anos, optar pelo ensino a distância. Morador do Gama, ele faz administração e marketing no Centro Universitário de Brasília (UniCeub). “O descolamento é muito difícil e me surgiu essa oportunidade de fazer a distância”, lembra. Além das graduações, Gabriel trabalha como consultor de marketing. “Eu sou uma pessoa muito agitada, não consigo me sentar em uma sala e ficar recebendo informações. A EAD tem a vantagem de você ter que ser ativo no aprendizado e correr atrás para desenvolver o aprendizado”, afirma.

Segundo o professor da Universidade de Brasília (UnB) Paulo Roberto Affonso Marins, que coordena o projeto de pesquisa  “Inovação Tecnológica no Ensino de Música a Distância”, o crescimento da modalidade é pela junção de dois fatores. “Pela flexibilização de tempo e espaço e pelo baratemento. A mensalidade da EAD gira em torno de R$ 265. O público da modalidade são egressos do ensino médio que não ingressam imediatamente no ensino superior e que trabalham ou querem trabalhar”, explica.

O graduado em administração pela Unopar Vitor Hugo Noinann Junior, 39 anos, gerente de serviços em uma escola canadense, optou pelo curso a distância pela economia. “Eu estava passando por uma  situação financeira complicada, não ganhava suficiente para bancar meu deslocamento para uma faculdade presencial. Então, abriu um polo perto da minha casa que dava para ir andando. Eu acabei optando mesmo sem conhecer”, conta.

Para ele, a escolha foi acertada. “Acho que não faz tanta diferença. As aulas existem e você pode  assistir até 20 vezes se precisar. Eu tenho dificuldade de aprendizado, então, para mim, foi muito bom”,  ele afirma.

Mas as críticas à modalidade também não são poucas. Os que não aprovam apontam a dependência do meio tecnológico como problemático, afinal, mais de um terço dos domicílios brasileiros ainda não têm nenhuma forma de acesso à internet, segundo a pesquisa TIC Domicílios 2017. O número chega a 70% nas classes D e E. Além disso, a modalidade exige  esforço e dedicação maiores do aluno.

Uma pesquisa feita em 2018 pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES)mostrou que  44% dos entrevistados optariam por essa modalidade, enquanto 56% dizem que preferem o ensino presencial. Para 7% dos participantes, o ensino a distância não é uma opção. Entre eles, 62% acreditam que a qualidade dessa modalidade não é bem avaliada no mercado de trabalho.

Ensino a distância deve ser simplificado
O maior crescimento da modalidade foi registrado de 2016 para 2017, quando teve um aumento de mais de 17,6%. Esse crescimento se deve em grande parte pelo Decreto Nº 9.057/ 2017, que facilitou a abertura de polos. A defesa de Marcos Heleno é que a legislação vigente seja menos burocrática e dê mais liberdade para o setor crescer. “Minha intenção é começar uma discussão com as instituições.  A ideia não é regular ainda mais, a ideia é desregular, mas tem que ter qualidade”, afirmou.

O Secretário substituto do Seres/MEC, Marco Aurélio de Oliveira, que participou do evento substituindo o secretário Ataíde Alves, disse que o governo quer desburocratizar ao máximo a modalidade. “A gente está buscando o entendimento de que a educação é uma só, independentemente de ser presencial ou a distância.”

E os primeiros passos para isso já foram dados. O secretário substituto Marco Aurélio anunciou que o MEC reeditará a  Portaria n° 1.428/2018 que amplia de 20% para 40% o limite de disciplinas EAD para cursos de graduação presencial e aproveitará para diminuir a regulação. O que exatamente será desburocratizado, o secretário não quis explicar. “Ela estava se sobrepondo a outras portarias que existiam, então vai entrar uma mais racional, que irá manter a possibilidade de 40%. Na prática, foi feita de uma forma mais técnica. Nesse momento, eu prefiro não dizer o que mudará, porque ainda irá passar pela apreciação do ministro”, explica.

Além disso, Marco Aurélio afirma que o órgão está empenhado em procurar soluções para diminuir a influência do Estado. “Nós estamos com orientações do ministro no sentido de trabalhar a desburocratização, de ser um pouquinho mais racional. Com pequenos ajustes na legislação vigente, a gente consegue bons resultados. Instituímos grupos de trabalho para destravar algumas pautas. Trabalhar no sentido de diminuir o peso do Estado”, disse.

Essa menor regulamentação também é defendida pelas instituições de ensino superior, e não só para a educação a distância. “Se a pessoa decide empreender no Brasil e escolhe investir em educação, será que essa pessoa está mal-intencionada? Em princípio, acho que não. Há formas de  simplificar, que não é abolir  a regulamentação”, afirma Celso Niskier, secretário executivo do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular  e diretor presidente da  Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior  (ABMES).

Entre os pedidos, está o de autoavaliação e que prazo para recadastramentos das instituições seja maior e de simplificação dos processos, que Niskier afirma que já foram levados ao ministro. “Este é um bom momento para falar de liberação na educação”, defende.

Ensino a distância tende a continuar crescendo
O MEC afirma que a educação superior dependerá muito da modalidade. “Muito do futuro da educação superior está ligado à educação a distância. Hoje, 39% dos jovens que terminaram o ensino médio não estão na faculdade”, aponta Marcos Heleno.

A grande maioria dos cursos ofertados a distância são pelas instituições particulares. Cerca de 37% dos alunos matriculados no ensino superior particular estão no ensino a distância. “Eu acredito que, em poucos anos, a maioria estará no EAD. E, se a tendência é esse crescimento, a indicação é que essa demanda bata no setor privado”, salienta Marcos Heleno. Ao todo, 33% dos ingressantes na graduação estão indo para o ensino a distância.

Para se ter uma ideia, um pouco mais da metade das bolsas integrais em instituições particulares de ensino ofertadas pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), este semestre, são em cursos a distância. Ao todo, estão sendo ofertadas 68.087 bolsas integrais para o segundo semestre deste ano. Dessas, 34.903 são em cursos a distância.

Segundo o professor Paulo Roberto Affonso Marins, o motivo para esse movimento não está tão  presente nas instituições públicas: é a falta de políticas públicas. “Eu acho que ainda falta incentivo. Tem um pouco de preconceito. Tem a portaria que autoriza até 40% a distância, mas quase ninguém usa. Nas particulares, tem a questão de diminuir os valores  das mensalidades”, explica

Além disso, um estudo apresentado no 10° Encontro Internacional de formação de professores apontou que cerca de 20% dos professores/tutores não estão totalmente seguros quanto ao uso de suas metodologias e recursos tecnológicos voltados para o ensino a distância.
 
Formação de professores em pauta
Uma  grande parcela dos cursos ofertados a distância são de licenciaturas. Nas instituições particulares, pedagogia é a graduação com mais matriculados na modalidade. Nas públicas, é o curso que fica em segundo lugar. A formação de professores já é feita quase que 50% a distância.

“O sistema Universidade Aberta do Brasil, de 2005, era uma indução para formar professores da educação básica, inclusive o primeiro vestibular para cursos a distância foi para licenciaturas”, lembra Paulo Roberto Marins, que foi coordenador do curso de licenciatura em música a distância da UnB. Porém, existem muitas críticas em relação à formação desses profissionais. “As críticas são calcadas em preconceitos. Quando se compara a performance dos estudantes no Enade, se vê que não são muito diferentes. Na licenciatura, os alunos têm que fazer a prática, mas, para o que não se consegue fazer pela internet, têm os encontros presenciais nos polos”, defende.

O programa Universidade Aberta do Brasil (UAB) foi criado com o intuito de  oferecer formação inicial a professores em efetivo exercício na educação básica pública, porém ainda sem graduação, além de formação continuada àqueles já graduados. Ainda hoje, existe um deficit de professores formados atuando na educação básica. Uma média de quase 50% dos profissionais que atuam em salas de aula não têm formação adequada para a disciplina, ou mesmo não são graduados.

Nesse sentido, das 204 mil matrículas na UAB, 85% são ocupadas por professores da educação básica. Atualmente, são 777 polos, sendo que 582 estão em municípios com menos de 100 mil habitantes

Agora, o Centro de Ciências Computacionais da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), pode expandir o alcance da modalidade de ensino a distância para  locais sem internet ou com conectividade limitada. A iniciativa se chama AVAPolos e é uma ferramenta que funciona 100% off-line.

 

  

Fonte: ABMES

FIES DO SEGUNDO SEMESTRE DE 2019 ABRE INSCRIÇÕES NESTA TERÇA

Começa nesta terça-feira (25) o período de inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do segundo semestre de 2019. O programa oferece financiamento para estudantes pagarem cursos de graduação em universidades privadas. O prazo para se candidatar é 1º de julho.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), serão oferecidos 150 mil contratos, dos quais 50 mil terão juro zero.

Na modalidade “Fies”, são oferecidas vagas com juro zero para os estudantes que tiverem uma renda per capita mensal familiar de até três salários mínimos.

Já a modalidade “P-Fies” se destina a estudantes com renda per capita mensal familiar de até cinco salários mínimos. Eles podem receber um empréstimo a juros relativamente baixos, variando de acordo com o banco que atua como agente financeiro.

As inscrições são feitas pela internet no endereço: http://fiesselecaoaluno.mec.gov.br. Basta inserir CPF, data de nascimento, o código de verificação que aparece na tela e, se o candidato tiver tirado uma nota suficiente no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), pode dar continuidade à inscrição.

Para participar, o estudante tem de ter feito o Enem a partir de 2010, não pode ter zerado a redação e tem de ter feito pontuação mínima de 450 pontos na média aritmética das provas. Veja o edital.

Fies 2º semestre 2019

  • Inscrições: 25 de junho a 1º de julho
  • Pré-seleção: 9 de julho
  • Contratação: 10 a 12 de julho
  • Chamada da lista de espera: 15 de julho a 23 de agosto
 

  

Fonte: ABMES

ABMES RENOVA PARTICIPAÇÃO NO CONSELHO CONSULTOR DA FUNDAÇÃO PADRE ANCHIETA

O diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), Celso Niskier, tomou posse hoje (13) como membro do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta – Centro Paulista de Rádio e TV Educativa. A solenidade de posse dos novos presidentes da Fundação e dos membros do Conselho Curador aconteceu na sede da entidade, em São Paulo/SP. A ABMES integra o Conselho desde 2015, quando teve início a gestão anterior.

O Conselho Curador é composto por quarenta e sete membros, sendo a ABMES membro nato juntamente com o secretário de Estado de Cultura de São Paulo, o secretário de Estado da Educação; secretário da Educação do Município de São Paulo; reitores de universidades; presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAAP); entre outros.

“Integrar o Conselho Curador de uma entidade que tem como missão promover atividades educativas e culturais por meio de canais de comunicação é uma honra e um grande desafio. Sabemos da relevância da imprensa em sociedades democráticas tanto para a manutenção do Estado Democrático de Direito quanto para a formação crítica do indivíduo, preparando-o para o exercício da cidadania”, avalia Niskier.

Entre as atribuições do Conselho estão estabelecer as diretrizes da programação de acordo com as finalidades da Fundação; zelar para que a programação das emissoras da Fundação se faça a partir dessas diretrizes; e aprovar a celebração de convênios ou acordos com órgãos ou instituições públicas ou privadas, concernentes à programação. Os membros do Conselho Curador exercem seus mandatos de forma gratuita e têm seus serviços considerados relevantes para o estado de São Paulo.

Fonte: ABMES

SEMERJ presente no Sul Fluminense!

O primeiro Encontro Regional com as IES realizado pelo SEMERJ, aconteceu no último dia 17, no Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA).  O encontro foi coordenado pelo Sr. José Ivo de Souza, Vice-presidente do Semerj, e reuniu 110 participantes, dentre mantenedores, reitores, pró-reitores, diretores, coordenadores e professores de diversas instituições da região Sul Fluminense, como UGB, UBM, Dom Bosco e, representando o Sindicato, o Sr. Marco Flávio de Alencar, Vice-presidente, Vera Lígia Gomes, Diretora Executiva e Claudia Santos, Assistente Administrativa.  A abertura foi realizada pelo Dr. Rui Otávio B. de Andrade, Vice-presidente executivo – Semerj, que impossibilitado de comparecer ao evento em função de participação em reunião em Brasília, encaminhou um vídeo de boas-vindas, onde destacou a relevância do tema a ser discutido, já que as novas formas de pensar a educação têm invadido os espaços acadêmicos para ajudar nas práticas diárias dos professores e estimular o aprendizado dos alunos que nasceram e vivem a transformação digital em todas as áreas de sua vida.

Com  o tema Transformação Digital nas Instituições de Ensino Superior: a área acadêmica, o evento contou com as palestras: “A aprendizagem e a formação em transformação”, ministrada pelo pró-reitor da Unicarioca, Professor Doutor Maximiliano Damas; e “A sala de aula e o professor em transformação”, tema apresentado pelo Coordenador da UC-Semerj, Professor Doutor Alexandre Nicolini.

A ideia é realizar o evento em todas as regiões do Estado do Rio de Janeiro, agregando valor ao relacionamento do Sindicato Patronal com as Instituições de Ensino Superior Privadas, através da prestação de serviços de atendimento, desenvolvimento e qualificação, In Loco.

A Rádio UniFOA estendeu a conversa com os palestrantes do evento. 

Ouça o áudio:

Publicado edital com regras e cronograma do Enade 2019

O edital do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) foi publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 5 de junho. O documento detalha as regras e as datas de todas as etapas do exame, que será aplicado aos estudantes dos cursos de graduação do ano I do ciclo avaliativo do Enade. Este ano serão avaliados os estudantes dos cursos de bacharelado em ciências agrárias, ciências da saúde e áreas afins; engenharias e arquitetura e urbanismo; e dos cursos superiores de tecnologia nas áreas de ambiente e saúde, produção alimentícia, recursos naturais, militar e segurança. As provas serão aplicadas em 24 de novembro.

A inscrição dos estudantes é responsabilidade dos coordenadores de curso, entre 1º de julho e 11 de agosto. Todos os concluintes, entretanto, deverão preencher um cadastro de informações e responder ao Questionário do Estudante. Se necessitarem, deverão pedir atendimento específico, especializado ou por nome social. Todas as etapas, de responsabilidade das instituições de educação superior e dos estudantes, estão detalhadas no cronograma abaixo. Esses procedimentos são feitos exclusivamente pela internet, no Sistema Enade.

Deverão ser inscritos no exame os estudantes ingressantes e concluintes dos cursos que fazem parte das áreas avaliadas em 2019. Os ingressantes ficam dispensados de participar do exame, mas precisam ser inscritos. Já os concluintes precisam participar para terem o direito a colar grau. A participação no Enade envolve responder ao Questionário do Estudante e fazer a prova.

Estrutura do exame – A prova do Enade tem duração de quatro horas e é composta por dez questões de Formação Geral e 30 questões de Componente Específico de cada área de avaliação. As questões discursivas do componente de Formação Geral avaliam aspectos como clareza, coerência, coesão, estratégias argumentativas, utilização de vocabulário adequado e correção gramatical do texto. O que é avaliado no componente específico está listado nas portarias de cada área, já publicadas e disponíveis para consulta no portal do Inep.

Cronograma Enade 2019

 

Etapa Responsável Período
Acesso ao Sistema Enade (autenticação) Procurador educacional institucional (PI) e coordenador do curso 24 de junho a 5 de julho
Enquadramento dos cursos Procurador educacional institucional (PI) 1 de julho a 11 de agosto
Inscrição dos estudantes ingressantes e concluintes habilitados Coordenador do curso 1 de julho a 11 de agosto
Preenchimento do cadastro de informações pessoais dos estudantes concluintes Estudante 1 de julho a 21 de novembro

 

Alteração do local de prova do estudante vinculado a curso de educação a distância (EaD) ou que esteja em mobilidade acadêmica Coordenador do curso 1 de julho a 30 de agosto
Retificação de enquadramento e de inscrições Procurador educacional institucional (PI) e coordenador do curso 12 de agosto a 30 de agosto
Solicitação de atendimento especializado, específico e/ou por nome social dos estudantes concluintes Estudante 2 de setembro a 13 de setembro
Resultado da solicitação de atendimento especializado, específico e/ou por nome social dos estudantes concluintes Estudante A partir de 19 de setembro
Recurso da solicitação de atendimento especializado, específico e/ou pelo nome social dos estudantes concluintes Estudante 23 de setembro a 27 de setembro
Resultado do recurso da solicitação de atendimento especializado, específico e/ou pelo nome social dos estudantes concluintes Estudante A partir de 1 de outubro
Preenchimento do Questionário do Estudante Estudante 2 de setembro a 21 de novembro
Indicação do curso pelo Estudante Concluinte de mais de uma inscrição Estudante 3 de setembro a 1 de outubro
Divulgação dos locais de prova no Sistema Enade Inep A partir de 8 de novembro
Aplicação da Prova Inep 24 de novembro
Preenchimento do Questionário do Coordenador de Curso Coordenador do Curso 25 de novembro a 6 de dezembro
Divulgação da relação de estudantes em situação regular Inep A partir de janeiro de 2020
Declaração de responsabilidade da IES para regularização do estudante Coordenador do curso A partir de 2 de janeiro de 2020
Solicitação de dispensa de prova por iniciativa do estudante Estudante 2 de janeiro a 5 de fevereiro de 2020

 

Solicitação de dispensa de prova por iniciativa da IES Coordenador do curso 2 de janeiro a 5 de fevereiro de 2020

 

Análise e deliberação, por parte das IES, acerca das solicitações de dispensa registradas pelos estudantes Coordenador do curso 2 de janeiro a 10 de fevereiro de 2020

 

Análise e deliberação, por parte do Inep, acerca das solicitações de dispensa registradas pelas IES Inep 2 de janeiro a 10 de fevereiro de 2020

 

Interposição de recurso diante das solicitações de dispensa por iniciativa do estudante, indeferidas pela IES Estudante 11 de fevereiro a 21 de fevereiro de 2020

 

Interposição de recurso diante das solicitações de dispensa por iniciativa da IES, indeferidas pelo Inep Coordenador do curso 11 de fevereiro a 21 de fevereiro de 2020

 

Divulgação dos resultados do Enade 2019 Inep A partir de 31 de agosto de 2020
Regularização por ato do Inep Inep A partir de setembro de 2020

Fonte: INEP

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Confira o edital do Enade 2019
Confira as portarias com as diretrizes de prova de cada área
Acesse o Sistema Enade
Saiba mais sobre o Enade

PROUNI- Cobertura de oferta no ensino a distância pelo programa aumenta 39%

Dyelle Menezes, do Portal MEC

O número de municípios com oferta de bolsas para cursos a distância por meio do Programa Universidade Para Todos (ProUni) subiu 39% no segundo semestre de 2019 em relação ao mesmo período de 2018. Os números são 926 e 667, respectivamente. A Educação a Distância (EaD) é, muitas vezes, a única opção de acesso ao ensino superior, em municípios onde não há oferta de cursos presenciais.

O número total de bolsas para cursos a distância no programa também cresceu no período. De acordo com a lei que criou o ProUni, a oferta de bolsas, seja EaD ou presencial, deve ser proporcional a quantidade de cursos ofertados nas instituições de educação superior. A cada 10,7 estudantes pagantes, uma vaga deve ser ofertada gratuitamente por meio do programa.

No segundo semestre de 2018 eram 40.109 ofertas de bolsas de cursos a distância; na segunda edição do programa neste ano, 41.763. O crescimento se deve ao aumento nas bolsas integrais, destinadas a estudantes que comprovem renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até um salário mínimo e meio.

Esse tipo de bolsa, na modalidade EaD, passou de 27.724 no segundo semestre de 2018 para 34.903 na segunda edição deste ano. Já a oferta de bolsas parciais em EaD, foi de 12.385 na segunda edição de 2018 para 6.860 na edição do mesmo período deste ano. As bolsas parciais, de 50%, são para estudantes que comprovem renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até três salários mínimos.

Inscrições – As inscrições para bolsas oferecidas pelo ProUni foram abertas nesta terça-feira, 11 de junho. São 169.226 bolsas em 33.830 cursos em instituições de ensino superior particulares. A inscrição é feita exclusivamente pelo site do ProUni até sexta-feira, 14.

Do total de bolsas ofertadas, 68.087 são integrais (100% gratuitas) e 101.139 são parciais (desconto de 50% nas mensalidades). Esta edição conta com a participação de 1.100 instituições.

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Fonte: http://portal.mec.gov.br

COMEÇAM AS INSCRIÇÕES PARA O PROUNI

Começam hoje (11) as inscrições do Programa Universidade para Todos (ProUni). Ao todo, serão ofertadas, para o segundo semestre deste ano, 169.226 bolsas de estudos em instituições particulares de ensino superior, sendo 68.087 bolsas integrais e 101.139 parciais. O prazo para participar da seleção vai até 14 de junho. A inscrição deverá ser feita pela internet, no site do Prouni.

Os participantes podem escolher até duas opções de curso. Durante o período de inscrição, o candidato pode alterar as opções. Será considerada válida a última inscrição confirmada.

As bolsas de estudo ofertadas pelo ProUni são parciais, de 50% do valor da mensalidade, e integrais, de 100%. As bolsas integrais são destinadas a estudantes com renda familiar bruta per capita de até 1,5 salário mínimo. Já as bolsas parciais contemplaram os candidatos que têm renda familiar bruta per capita de até 3 salários mínimos.

Podem se inscrever candidatos que não tenham diploma de curso superior e que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018. Além disso, os estudantes precisam ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou em instituição privada como bolsista integral.

É preciso ter obtido ainda uma nota mínima de 450 pontos na média aritmética das notas obtidas nas provas do Enem. O cálculo é feito a partir da soma das notas das cinco provas do exame e, depois, dividindo por cinco. Outra exigência é a de que o aluno não tenha tirado zero na redação.

Também podem participar do programa estudantes com deficiência e professores da rede pública.

Nota de corte
Diariamente o sistema do Prouni calcula a nota de corte, que é a menor nota para ficar entre os potencialmente pré-selecionados de cada curso, com base no número de bolsas disponíveis e no total de candidatos inscritos no curso, por modalidade de concorrência.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), a nota de corte é apenas uma referência para auxiliar o candidato no monitoramento da inscrição. Ela não é garantia de pré-seleção para a bolsa ofertada. O sistema do Prouni não faz o cálculo em tempo real. A nota de corte é modificada de acordo com a nota dos inscritos.

Calendário
A divulgação do resultado da primeira chamada está prevista para 18 de junho. Já a segunda chamada será no dia 2 de julho.

O candidato pré-selecionado deverá comparecer à respectiva instituição de ensino superior para comprovação das informações no período de 18 a 25 de junho, caso tenha sido selecionado na primeira chamada, e de 2 a 8 de julho na segunda.

O prazo para participar da lista de espera é de 15 a 16 de julho. A lista fica disponível no site para consulta pelas instituições no dia 18 de julho.

 
Fonte: ABMES