Month: setembro 2019

ESTÁCIO PETRÓPOLIS PROMOVE SEMANA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIAL

 
 
Foto: Freepik

Com objetivo de impactar e conscientizar seus mais de 550 mil alunos e 13 mil colaboradores, a Estácio realizará a 7ª Semana de Sustentabilidade e Responsabilidade Social. A iniciativa acontecerá nas mais de 90 unidades e em diversos polos de EaD da instituição em todo o país. O evento visa incentivar instituições de ensino superior a criarem ações nas três dimensões da Sustentabilidade: social, econômica e ambiental com foco na conscientização de alunos, colaboradores e comunidades no entorno dos campi. A edição de 2019 acontecerá de 23 a 28 de setembro e terá como tema “Mobilidade”. Essa grande mobilização será realizada paralelamente à 15ª Campanha de Responsabilidade Social da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES). As Unidades que participarem de todas as etapas da campanha da ABMES irão receber o selo de Instituição Socialmente Responsável.

Durante a semana, alunos e colaboradores da Estácio Petrópolis participarão de palestras sobre o novo plano de mobilidade urbana da cidade; qualidade de vida; e percepções acerca do tema mobilidade para pessoas com deficiência. A programação conta ainda com um workshop de vivência e percepção em acessibilidade.

Atualmente, um dos temas mais discutidos em todo o mundo é a questão da mobilidade. Essa preocupação se justifica porque a distribuição da população mundial pelo Planeta encontra-se irregular, ou seja, em determinados lugares há uma enorme concentração populacional, enquanto outros locais são pouco povoados. De acordo com o último levantamento feito pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), atingimos a marca de 6,908 bilhões de habitantes. Este ano, estima-se que já somos mais de 7 bilhões de pessoas.

No Brasil, a questão da distribuição populacional não é diferente e requer cuidados. Cerca de 70% dos brasileiros estão concentrados em 10% do território nacional. Para termos uma ideia de como isso está representado, hoje o país possui 5.570 municípios e aproximadamente 55% dos brasileiros estão localizados em apenas 455 municípios, o que representa 8% do total. De acordo com o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, são realizados diariamente mais de 200 milhões de deslocamentos motorizados. Número atrelado a desperdício de tempo, custo, poluição, acidentes e que dificulta a expansão do sistema viário, deixando usuários descontentes com o transporte urbano. Em decorrência deste quadro, temos um aumento do transporte individual, má distribuição da rede viária, elevado nível de estresse e o aumento do risco de acidentes.

Por conta disso, a 7ª Semana de Sustentabilidade e Responsabilidade Social da Estácio promoverá reflexões e debates como, por exemplo, “Como transportar diariamente um grande número de pessoas de forma segura, acessível e no menor tempo possível?” e “Como podemos pensar na mobilidade das pessoas de forma sustentável, contribuindo para a qualidade de vida?”.

“Somos uma grande instituição de ensino superior com a missão de Educar para Transformar. Por isso, fazemos questão de engajar nossos alunos e colaboradores em iniciativas como essa. Consideramos que a mobilidade é um tema atual e de suma importância para sociedade”, comenta Cláudia Romano, vice-presidente de Relações Institucionais e Sustentabilidade e vice-reitora de Cultura da Estácio.

Programação
Campus Petrópolis
Dia 23 (segunda-feira), 18h – Palestra: Qualidade de Vida na Mobilidade Urbana
Dia 24 (terça-feira), 16h – Workshop de vivência e percepção em acessibilidade, 20h – Palestra: PlanMob – Plano de Mobilidade Urbana
Dia 27 (sexta-feira), 18h – Palestra: Espaço, Apropriação e Afeto pela pessoa com dificuldade de locomoção: Um estudo de caso no pólo de moda Rua Teresa
Local: Rua Bingen, nº 50, no Bingen 

 

PAULO CHANAN PUBLICA ANÁLISE SOBRE DADOS DO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2018

Foto: Vecteezy

Na última quinta-feira (19/09) o Ministério da Educação lançou o Censo da Educação superior – 2018. Realizado anualmente pelo Inep, a publicação é o instrumento de pesquisa mais completo do Brasil sobre as instituições de educação superior (IES) que ofertam cursos de graduação e sequencias de formação específica, além de seus alunos e docentes.

A edição 2018 mostrou dados importantes para o setor como o fato de que o número de vagas ofertadas pelo ensino superior a distância (EAD) superou, pela primeira vez, o número de oportunidades em cursos presenciais. No ano passado, foram 7.170.567 vagas remotas contra 6.358.534 vagas locais, respectivamente.

Para explicar melhor alguns cenários apontados pelo Censo 2018, Paulo Chanan, membro do Conselho de Administração da ABMES e vice-presidente da Associação Brasileira das Mantenedoras das Faculdades (Abrafi), compilou e analisou alguns dados e publicou o estudo “Comentários aos Primeiros Números do Censo da Educação Superior Brasileira – 2018”.

Clique aqui para acessar o estudo na íntegra.

MANUAL DE COMPLIANCE NO SETOR EDUCACIONAL SERÁ LANÇADO NO DIA 26 EM SÃO PAULO/SP

Foto: Freepik

Depois de terem abordado, em livro publicado em 2015, a aplicação do princípio do compliance no setor educacional, os sócios da Covac Sociedade de Advogados, Daniel Cavalcante Silva e José Roberto Covac, especialistas em Direito Educacional, voltam ao tema em uma nova obra que terá seu pré-lançamento durante o 12º Seminário Anual para clientes da Covac, no próximo dia 25 de setembro, e será lançado oficialmente no Fórum Nacional do Ensino Superior Privado (21º FNESP), no dia 26 de setembro.

Os dois eventos serão realizados em São Paulo/SP e, logo depois, a obra poderá ser adquirida nos sites da Amazon e da Livraria Cultura.

O livro Programa de Integridade no Setor Educacional – Manual de Compliance aborda a recente legislação que entrou em vigor e introduz  temas inéditos, como a aplicação da Lei Anticorrupção e da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que passará a vigorar em agosto de 2020, o compliance no Terceiro Setor e a indicação das análises que precedem a implantação do Programa de Integridade em Instituições de Ensino.

“Não podia ser mais atual nem mais útil esse guia prático para uso de gestores educacionais e operadores do Direito na montagem de um programa de compliance que permita afastar os riscos de não conformidade das Instituições de Ensino Superior diante da abundância de leis e normas que regulamentam o ensino superior privado”, diz Covac.

“Os gestores são os reais garantidores da democratização da educação para os jovens no país, respondendo por mais de 75% das vagas no ensino superior. Então essa obra profissional é para profissionais e merece figurar também nas bibliotecas dos modernos operadores do Direito, sejam advogados, sejam agentes do Ministério Público ou do Judiciário”, acrescenta Daniel Cavalcante.

Como especialistas nas questões que envolvem o Direito Educacional em geral e as práticas de integridade e conformidade para o setor em particular, os autores reforçam com o novo livro todo o conhecimento acumulado em relação ao tema em sua trajetória como sócios da Covac Sociedade de Advogados.

Programa de Integridade no Setor Educacional – Manual de Compliance
Autores:
 Daniel Cavalcante Silva e José Roberto Covac
Editora de Cultura
256 páginas
Formato 17×24 cm

Pré-lançamento: 25/9
12º Seminário Anual da Covac Sociedade de Advogados
Local: Ibis São Paulo Congonhas – São Paulo/SP
Endereço: Rua Baronesa de Bela Vista, 801 – Jd. Congonhas
Horário: 18h

Lançamento: dia 26/9
21º FNESP
Local: World Trade Center de São Paulo – São Paulo/SP
Endereço: Av. das Nações Unidas, 12.551 – São Paulo
Horário: 18h30

 

CURSOS A DISTÂNCIA SOBEM 51% NO ENSINO SUPERIOR E NÚMERO DE VAGAS SUPERA O DE MODALIDADE PRESENCIAL

Foto: Divulgação/ Inep

Dados do Censo da Educação Superior de 2018, divulgados nesta quinta-feira (19), mostram um forte avanço das graduações a distância. O número de cursos aumentou 51% com relação a 2017 e o volume de vagas oferecidas nessa modalidade superou pela primeira vez o número registrado em cursos presenciais.

O ensino superior brasileiro registrou em 2018 um total de 8,45 milhões de matrículas, o que indica um aumento de 2% com relação a 2017. Do total de matrículas, 75% estão em instituições privadas.

O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), órgão ligado ao Ministério da Educação, registrou 3.177 cursos de EAD (educação a distância) em 2018. Eram 2.108 no ano anterior, o que representa um salto de 51%.

Esse cenário impacta no número de vagas oferecidas a cada ano (e que não necessariamente são ocupadas). Em 2018, os cursos a distância tiveram 7,71 milhões de vagas, contra 6,36 milhões de vagas em graduações presenciais.

Em maio de 2017, ainda na gestão Michel Temer (MDB), o MEC publicou um decreto que flexibilizou as regras para oferta EAD. Entre os pontos do decreto está uma maior autonomia para a abertura de polos.

Mais de 80% dos alunos de EAD estão matriculados em apenas 20 instituições de ensino. Somente cinco, entretanto, concentram mais da metade dos alunos.

Duas delas (Pitágoras Unopar e Anhanguera) pertencem ao grupo Kroton. A Unip, Unisselvi e Uninter completam essa lista.

Cursos não presenciais têm sido uma aposta das instituições privadas para expansão das matrículas —além de poder facilitar o acesso do aluno, representarem ainda custos menores de operação.

Mas a avaliação de cursos a distância é pior do que a de graduações presenciais. Na última avaliação federal com alunos concluintes do ensino superior, o Enade de 2017, 6,1% dos cursos presenciais tiveram conceito máximo; no ensino a distância, o percentual foi de 2,4%.

Segundo dados apresentados nesta quinta, a taxa de conclusão em 2016 nos cursos a distância é pior do que em cursos presencias. A taxa fica em 35% no EAD, e 38,6% na modalidade presencial. Esses índices refletem a trajetória dos estudantes ingressantes em 2010.

Pedagogia é o curso maior número de matrículas EAD. Na rede privada, são 440.628 alunos, 23% do total. Especialistas apontam que a formação deficiente dos professores é um dos principais gargalos da educação pública e que os cursos a distância não são adequados para isso.

O presidente do Inep, Alexandre Lopes, minimizou as diferenças de qualidade entre as duas modalidades. “É um debate que a gente tem participado [com o MEC], mas o curso a distancia não é ruim em si, ele pode contribuir para formação do professor”, disse ele, em entrevista coletiva em Brasília.

O número de ingressantes no ensino superior aumentou 7% em 2018, na comparação com ano anterior. Ingressaram no ano passado 3,44 milhões de alunos.

Mas há diferenças entre as modalidades. A rede privada teve queda de 6% no número de ingressantes de cursos presenciais, mas alta de 33% no EAD.

Na rede federal, a tendência foi inversa. Houve aumento de 3% no número de ingressantes presenciais, mas queda de 57% em cursos a distância.

Concluíram o ensino superior no ano passado 1,26 milhão de pessoas, 7% a mais do que em 2017.

A taxa de conclusão nas universidades federais é de 40,7% enquanto nas particulares fica em 36,3%. Essa mesma taxa, que leva em conta a trajetória de ingressantes em 2010, é superior no grupo de alunos bolsistas do ProUni (Programa Universidade para Todos): 56%.

Entre estudantes com Fies (Financiamento Estudantil), a taxa de conclusão é de 53%. Essa taxa foi calculada pelo Inep com base no ano de 2016.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, fez apenas a abertura do encontro e depois se retirou. “Se a gente reduzisse significativamente essa ineficiência, conseguiríamos dobrar o número de estudantes utilizando os mesmos recursos”, disse Weintraub, que também chamou a atenção para os melhores indicadores de alunos financiados.

Entre os estudantes da rede privada, 46,8% contavam com algum financiamento ou bolsa. Desses, 27% têm Fies, 19%, ProUni, e o restante conta com algum outro tipo de apoio.

 

CELSO NISKIER TOMA POSSE NA ACADEMIA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO

Foto: divulgação

O diretor presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) e reitor da UniCarioca, Celso Niskier, tomou posse nesta quinta-feira (12/09), no Rio de Janeiro/RJ, como membro efetivo na cadeira de número 20 da Academia Brasileira de Educação (ABE). 

Fundada em 15 de outubro de 1924, a entidade reúne educadores e personalidades que aglutinam esforços em prol do desenvolvimento e da melhoria da educação no país. 

Durante a cerimônia, que acorreu na Casa de Arte e Cultura Julieta de Serpa, na capital carioca, Niskier, falou sobre a honra de se tornar titular da Academia. “Ao ser eleito por unanimidade, me senti honrado por fazer parte deste grupo de educadores e, ao mesmo tempo, muito energizado para continuar participando dos debates em prol da educação no nosso país. Pretendo ser um acadêmico atuante nas discussões sobre os assuntos de maior relevância para o país e para a educação”, afirmou.

Para uma plateia composta por diversas personalidades do setor educacional, incluindo os demais integrantes da ABE, Niskier ressaltou ainda a importância tradição do colegiado.  “Além de ser uma das instituições mais tradicionais do Brasil, a ABE reúne educadores das mais variadas origens e de diversos talentos. Vejo aqui uma entidade que agrega a sabedoria de grandes educadores, que certamente poderá ser usada na melhoria da educação brasileira”, destacou o novo integrante ao receber a saudação do pai, o acadêmico Arnaldo Niskier, que também é membro da entidade.

A Academia Brasileira de Educação é composta por 40 Acadêmicos Titulares ad vitam. As condições de elegibilidade para membro titular são: ser brasileiro e haver-se notabilizado em uma ou mais atividades educacionais ou por publicações significativas no campo da educação.

clique aqui.

Fonte: ABMES

 

EM QUATRO ANOS, BRASIL DEVE TER MAIS ALUNOS EM FACULDADES VIRTUAIS DO QUE EM SALA DE AULA

 

Segundo projeções, em quatro anos o Brasil terá mais alunos em faculdades virtuais do que presentes em sala de aula. A educação a distância (EAD) deve assumir papel cada vez mais importante na formação dos brasileiros no ensino superior.

A previsão da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) considerou um impressionante número de matrículas nos cursos superiores a distância. Entre 2017 e 2017, o aumento foi de mais de 200%, contra 19% dos cursos presenciais. “No país, no momento, não existe uma política pública de financiamento estudantil adequada, que atenda as necessidades do aluno, e ele tem visto a EAD como a possibilidade de ter uma formação acadêmica em nível superior e ter uma melhor colocação no mercado de trabalho ou uma promoção profissional dentro da área que já atua”, explica Sólon Caldas, diretor executivo da ABMES. 

Confira a íntegra da entrevista clicando aqui.

 

 
FONTE: ABMES
 

Manual de Compliance no Setor Educacional será lançado no dia 26 em São Paulo, durante o 21º FNESP

Autores da obra são sócios da Covac Sociedade de Advogados e  farão também pré-lançamento em seminário para clientes no dia 25

Depois de terem abordado, em um livro publicado em 2015, a aplicação do princípio do compliance no setor educacional, os sócios da Covac Sociedade de Advogados, Dr. Daniel Cavalcante Silva e Dr. José Roberto Covac, especialistas em Direito Educacional, voltam ao tema em uma nova obra que será lançada durante o 21º FNESP – Fórum Nacional do Ensino Superior Privado, no próximo dia 26 (quinta-feira), e terá um pré-lançamento durante o 12º Seminário Anual para clientes da Covac, no dia 25 (quarta-feira). Os dois eventos serão realizados em São Paulo e a imprensa poderá ter acesso aos lançamentos inscrevendo-se para participar. Após os eventos a obra poderá ser adquirida nos sites da Amazon e da Livraria Cultura.

O livro Programa de Integridade no Setor Educacional – Manual de Compliance aborda a recente legislação que entrou em vigor e introduz  temas inéditos, como a aplicação da Lei Anticorrupção e da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que passará a vigorar em agosto de 2020, o compliance no Terceiro Setor e a indicação das análises que precedem a implantação do Programa de Integridade em Instituições de Ensino.

“Não podia ser mais atual nem mais útil esse guia prático para uso de gestores educacionais e operadores do Direito na montagem de um programa de compliance que permita afastar os riscos de não conformidade das Instituições de Ensino Superior diante da abundância de leis e normas que regulamentam o ensino superior privado”, diz o Dr. José Roberto Covac.

“Os gestores são os reais garantidores da democratização da educação para os jovens no país, respondendo por mais de 75% das vagas no ensino superior. Então essa obra profissional é para profissionais e merece figurar também nas bibliotecas dos modernos operadores do Direito, sejam advogados, sejam agentes do Ministério Público ou do Judiciário”, acrescenta o Dr. Daniel Cavalcante Silva.

Como especialistas nas questões que envolvem o Direito Educacional em geral e as práticas de integridade e conformidade para o setor em particular, os autores reforçam com o novo livro todo o conhecimento acumulado em relação ao tema em sua trajetória como sócios da Covac Sociedade de Advogados.

 

Programa de Integridade no Setor Educacional – Manual de Compliance

Autores: Daniel Cavalcante Silva e José Roberto Covac

Editora de Cultura

256 páginas

Formato 17×24 cm

 

Pré-lançamento: dia 25/9

12º Seminário Anual da Covac Sociedade de Advogados

Local: Ibis São Paulo Congonhas

Endereço: Rua Baronesa de Bela Vista, 801 – Jd. Congonhas

Horário: a partir das 18 horas

 

Lançamento: dia 26/9

21º FNESP

Local: World Trade Center de São Paulo

Endereço: Av. das Nações Unidas, 12.551 – São Paulo

Horário: a partir das 18h30

A LGPD nas Instituições de Ensino: Desafios da proteção de dados para o Ensino Superior

Publicada em agosto de 2018, a Lei nº 13.709: Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD, dispõe sobre o tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais. Alterou diversos aspectos do Marco Civil da Internet, concentrou diversas normas específicas que já eram exigidas para empresas de alguns setores da economia e ampliou os direitos relacionados à privacidade, liberdade e personalidade das pessoas físicas. Compreender o novo contexto trazido pela Lei, com início de vigência previsto para agosto de 2020, é fundamental e urgente. Sua IES está preparada? Sabe como a LGPD impactará diretamente no relacionamento com os diversos envolvidos em suas rotinas, como colaboradores, professores, alunos, pais e responsáveis? Conhece as principais medidas a serem adotadas na coleta, armazenamento e compartilhamento ou acesso a essas informações?

Venha debater o assunto conosco!

Data: 09/10/2019
Local: Auditório da SNA – Centro – Rio de Janeiro
Horário: das 9:00 às 13:00

Público Alvo:
Advogados, Administradores, Gestores de IES e Profissionais de TI

Programa:
* Um olhar jurídico sobre a LGPD
* Automatização da LGPD
* Gestão de documentos na LGPD

Palestrantes:
Prof. André Roberto de Souza Machado
Prof. Convidado dos cursos de LLM da FGV e do IBMEC, Advogado, Sócio sênior de SMGA Advogados, Membro do CBAr – Comitê Brasileiro de Arbitragem, Membro do IBRADIM, Membro do IBDN – Instituto Brasileiro de Direito dos Negócios. Doutorando em Direito, Instituições e Negócios pela UFF, Mestre em Direito das Relações Econômicas (2002); Curso em Contract Law: From Trust to Promise to Contract – Professor Charles Fried – Harvard, Pesquisador do Programa de Doutorado da UFF.
Principal área de atuação: direito civil e empresarial, com ênfase em contratos.

Gabbi Portilho
Designer com habilitação em marketing, profissional de gestão da informação há 15 anos, com vasta experiência em gestão de documentos e dados analógico especialista em gestão de negócios com foco em inovação, e Gerente de Soluções da Tempo Soluções.

Fernando Nery
Sócio fundador da Módulo S/A, foi membro do Comitê Gestor da Internet do Brasil e do conselho do Softex, ex-presidente da Assespro Nacional e ex-presidente do conselho da Riosoft. Desde 1990, coordena as equipes de projetos brasileiros que são destaques mundiais, entre eles as Eleições Eletrônicas Brasileiras; o Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB); a Nota Fiscal Eletrônica; o Imposto de Renda via Internet; o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM); os Jogos Pan-americanos Rio de 2007; a Rio+20; a Jornada Mundial da Juventude; a Copa do Mundo FIFA 2014 e as Olimpíadas 2016, além de diversos projetos de automatização da gestão de segurança cibernética, governança, riscos e compliance.

 

INVESTIMENTO:
* Associados:
– R$ 300,00 por participante

* Não associados:
– R$ 500,00 por participante

 

INSCRIÇÕES ENCERRADAS

 

Realização:

Patrocínio

 

 

BRASIL CONQUISTA 3º LUGAR NA MAIOR COMPETIÇÃO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DO MUNDO

 

Em 2019, o Brasil fez história e ficou entre os países com a melhor educação profissional do mundo. A delegação composta por 63 jovens brasileiros conquistou o terceiro lugar no ranking geral de pontos da olimpíada mundial de profissões técnicas, a WorldSkills. A cerimônia de entrega de medalhas foi realizada na última terça-feira (27/08), na Arena Kazan, na Rússia. 

As Skills (habilidades) têm poder de transformar a vida de jovens em todo o mundo. Elas ajudam a construir uma autoestima profissional e descobrir potenciais. Além disso, criam oportunidades e conectam comunidades. São a base do progresso econômico e alicerces do  mundo.

WorldSkills 2019
Lançada em 1950, a competição é bianual e cada edição acontece em um país diferente. Em 2019, o WorldSkills foi realizado em Kazan, na Rússia, de 22 a 27 de agosto. Esta edição reuniu 1.354 jovens. As 56 provas realizadas foram divididas em seis setores: Tecnologia da Construção Civil, Artes e Moda Criativa, Tecnologia da Informação e Comunicação, Tecnologia de Manufatura e Engenharia, Tecnologia de Manufatura e Engenharia, Serviços Sociais e Pessoais e Transporte e Logística.

O Brasil ficou em terceiro lugar geral. A China, que sediará a próxima WorldSkills, ficou em primeiro lugar no ranking de pontos totais. A Rússia, a anfitriã do torneio, garantiu a segunda posição e a Coreia do Sul ficou em quarto. 

Além de duas medalhas de ouro, cinco de prata e seis de bronze, a delegação brasileira ganhou certificados de excelência em 28 ocupações, nas quais os competidores ficaram acima da nota média dos concorrentes.

O Brasil tem se estabelecido entre as equipes mais vitoriosas da competição e foi a grande campeã quando o evento ocorreu em São Paulo/SP, em 2015, pela primeira vez em um país da América Latina. Na última edição, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, alcançou o segundo lugar.

História
O torneio WorldSkills, que completará 70 anos em 2020, nasceu da iniciativa de um grupo de pessoas e empresas. O movimento reúne estudantes, educadores, governos e indústrias de diferentes setores. É atualmente o maior torneio de educação profissional do planeta. 

Os desafios são realizados por jovens de até 22 anos e cada ocupação tem provas específicas, nas quais os competidores precisam demonstrar habilidades individuais e coletivas e realizar provas em padrões internacionais de qualidade.

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) é um dos parceiros internacionais da iniciativa.

 
Fonte: ABMES

ONDE MELHORAR A EDUCAÇÃO

É um exercício complicado estabelecer uma hierarquia dos principais problemas da nossa educação. Fizemos essa tentativa no livro “Desafios da educação no Brasil”, lançado pelo Centro de História e Cultura Judaica, na ABL.

Analisamos os diversos segmentos do que se passa em nosso país, a partir do pré-escolar, carente das necessárias e prometidas creches. Faltam recursos ou vergonha na cara?

O ensino fundamental, responsabilidade municipal, até que apresenta resultados apreciáveis, pecando apenas no item relativo à qualidade, que se liga ao maior dos nossos problemas: a formação dos professores, sacrificados por salários verdadeiramente indecorosos. O que se vê, nos cursos de magistério, é uma fuga acentuada de candidatos.

Chegamos ao ensino médio, que registra um número gigantesco compondo a geração nem-nem (nem estudam, nem trabalham). Temos deficiências gritantes, notadamente em Português e Matemática, como se pode verificar pelos exames internacionais do Pisa. O Brasil ocupa uma das últimas posições do ranking.

Há uma expectativa, com a reforma do ensino médio, de que se tenha uma acentuada revisão, o que o sistema vem pedindo há muito tempo.

Sobre o ensino superior, como vimos em recente reunião da Associação Brasileira das Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), em Brasília, o crescimento do setor apresenta níveis satisfatórios, mas é preciso um maior cuidado com os chamados padrões de excelência, nem sempre existentes. Onde o crescimento é exponencial — e isso deve ser assinalado — é no ensino à distância. A expansão se deu de forma notável e hoje temos quase dois milhões de estudantes nessa modalidade.

Um capítulo especial é devido ao ensino técnico. Somos partidários da formação de técnicos em nível intermediário, experiência já vivida em escolas do Rio de Janeiro, com especialização em estruturas navais. Por que não estender a iniciativa a outras áreas?

 
Fonte:  ABMES