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Enem 2018 terá gabarito oficial divulgado nesta quarta (14)

O gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 será divulgado nesta quarta-feira (14), pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Os cadernos de prova também serão disponibilizados.

Não há um horário marcado para a divulgação do material. Os candidatos deverão acessar o portal do Inep ou o aplicativo oficial do Enem. Assim que o gabarito estiver disponível, oG1 irá reproduzi-lo.

É importante lembrar que o número de acertos não representa necessariamente a nota final. Na correção do Enem, é usado um método chamado Teoria de Resposta ao Item (TRI) – modelo estatístico que leva em conta a dificuldade de cada pergunta e busca avaliar o desempenho do candidato em determinada área de conhecimento.

As notas individuais serão divulgadas no dia 18 de janeiro de 2019.

Gabarito extraoficial

Enquanto o gabarito oficial não é publicado, os candidatos podem conferir a resolução elaborada pelos professores do Sistema COC de Ensino.

Também é possível assistir, em vídeo, à forma de resolver as 10 questões mais difíceis ou polêmicas do Enem.

Fonte: G1 14/11/2018.

INEP pede que IES particulares ampliem ofertas de vagas em licenciaturas de áreas específicas

“O setor privado, que responde por mais de 75% da oferta de formação profissional, é responsável pelos resultados da educação básica”.

Com essa provocação, a presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC), Maria Inês Fini, deu o tom do seminário Responsabilidade Social e Inovação, realizado hoje (06) na sede da ABMES, em Brasília/DF.

A fala foi motivada pelo fato de o curso de Pedagogia estar entre os que possuem o maior número de alunos do país e seja disparado o principal curso de licenciatura. “Eu não tenho nada contra o curso de Pedagogia, sou pedagoga, inclusive. O problema é que o baixo desempenho dos nossos estudantes de educação básica não será superado se não tivermos nas salas de aula professores formados nas áreas que estão lecionando”.

Desafio da formação de professores
Maria Inês foi antecedida pelo diretor de estatísticas educacionais do Inep/MEC, Carlos Eduardo Moreno Sampaio, que apresentou uma série de dados relacionados ao universo da educação superior e também da educação básica. “Ao analisar os dados dos últimos anos do ensino fundamental, constatamos que entre os professores de língua portuguesa apenas 62,5% são licenciados nesta área. Entre os professores de geografia o cenário é ainda mais grave: praticamente 50% dos profissionais que estão nas salas de aula são graduados na disciplina”.

Diante desse contexto, o diretor chamou a atenção para a urgência e a oportunidade que pode ser aproveitada pelas instituições particulares de educação superior com relação à ampliação da oferta de vagas nas demais áreas da licenciatura. “Claro que precisa de política pública de estímulo à formação de professores”, completou.

Outro dado ressaltado pelo expositor foi o de que quase 190 mil professores da educação básica conciliam o trabalho com uma graduação. Desse universo, 39,1% cursam pedagogia.

Inovação e PNE
Ao fazer um chamamento à ação, os expositores do seminário destacaram a responsabilidade social das instituições particulares de educação superior ao mesmo tempo em que ressaltaram a possibilidade de inovação presente neste espaço. “O ensino superior privado tem respondido por grande parcela de formação dos nossos futuros profissionais. As matrículas representam uma responsabilidade social inegável para o desenvolvimento social deste país”, analisou Maria Inês.

Já a relação direta entre a formação de professores e o atingimento das metas do Plano Nacional de Educação (PNE) foi traçada pelo diretor de estatísticas do Inep. Segundo Carlos Eduardo, “nesse contexto, é praticamente impossível atingir as metas do PNE por conta dos problemas estruturais que temos na educação brasileira”.

Estatísticas e políticas públicas
Para além do fato de que a Constituição Federal estabeleça a educação como direito, ela também consiste em um instrumento essencial para o desenvolvimento socioeconômico do país. Nesse contexto, as políticas públicas para a área precisam ser bem estruturadas e atender aos desafios e necessidades do setor.

E foi na busca por identificar gargalos na área que o Inep chegou à provocação feita durante o seminário da ABMES. Para a instituição, o baixo desempenho dos estudantes na educação básica está relacionado com a ausência de professores capacitados, assim como a ausência de professores capacitados está relacionado com o baixo desempenho dos estudantes ainda na etapa da educação fundamental. Trata-se de um ciclo que se retroalimenta.

Um dos dados que exemplificam esse cenário é a comparação entre os números de ingressantes e concluintes entre os países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e o Brasil. Enquanto nos países que fazem parte do organismo internacional a média entre o número de ingressantes e o de concluintes tende a se manter, no Brasil o percentual dos que encerram a graduação chega a ser um terço daqueles que iniciaram.

“Temos um sistema muito improdutivo na sua capacidade de produzir concluintes. Na rede privada, entre os que ingressaram em 2010, em 2016 o cenário era o seguinte: 59,9% tinham evadido, 36,3% concluíram e 3,7% ainda estudavam”, afirmou o diretor de estatísticas do Inep. De acordo com ele, esse panorama não é privilégio da rede pública ou da privada, mas do sistema educacional como um todo que falha na formação dos seus estudantes nas séries iniciais.

Generalismo x segmentação
Se por um lado a falta de conhecimento teórico e prático sobre o conteúdo que será transmitido para os estudantes consiste em um problema, por outro a segmentação extrema também não é solução. Quem fez o alerta foi a diretora de Avaliação da Educação Superior do Inep/MEC, Mariângela Abrão: “devemos ter muito cuidado com as formações extremamente segmentadas da mesma maneira que temos que ter cuidado com as formações extremamente generalistas”.

Ao fazer essas análises, e relacioná-las à responsabilidade social das instituições de educação superior e às possibilidades de inovação, os representantes do Inep ressaltaram que, para eles, está na hora de impactar os gestores públicos para que essa revolução aconteça. “Esse é o grande momento da virada. Temos uma BNCC [Base Nacional Comum Curricular] que já foi homologada e mostra minimamente o que crianças e jovens têm o direito de aprender em cada série escolar. A formação de professores precisa contemplar isso. O professor precisa ser instrumentalizado do que ele vai ensinar. O pedagogo não sabe ensinar a lógica das quatro operações matemáticas, por exemplo”, concluiu a presidente Maria Inês Fini.

Israel Experience
Durante o seminário o diretor presidente da ABMES, Janguiê Diniz, fez um breve relato sobre a 2ª Delegação ABMES Internacional – Israel Experience, ocorrida de 11 a 21 de outubro. Ao longo de dez dias, 40 pessoas de 17 entidades educacionais do Brasil visitaram as principais universidades israelenses, marcadas pela inovação em suas mais diversas concepções.

Diniz ressaltou a capacidade do país de transformar uma área desértica em um oásis de desenvolvimento, conhecimento e inovação. “Saber como eles conseguiram isso em tão pouco tempo de existência foi um dos motivos que nos levou até lá. Voltamos com todas as respostas? Claro que não. No entanto, regressamos com a certeza de que a relevância da educação para todos ali é, sem dúvida, um dos principais motores do progresso vivenciado por aquela nação”.

Coordenado pelo diretor presidente da ABMES, o seminário contou ainda com a participação do diretor de gabinete da Secretaria Executiva do Ministério da Educação, Rubens Martins, e da vice-presidente da Associação Débora Guerra.

 

Fonte: Fundacred 07/11/2018

Enem registra menor percentual de ausentes desde 2009

Desde 2009, quando passou a ter dois dias de aplicação de provas, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) registrou, pela primeira vez, o menor percentual de ausentes: 24,9%, o que corresponde a 1.374.430 participantes, do total de 5.513.749 inscrições confirmadas. Os índices foram registrados no primeiro dia de prova da edição de 2018 do exame, neste domingo, 4 de novembro. Como a abstenção é um dado que considera os dois dias de aplicação, esse número pode diminuir, mas não aumentar.
“Tivemos uma melhoria no processo de comunicação com o aluno, trazendo transparência e também a responsabilização que é necessária, pois se trata de dinheiro público”, avaliou o ministro da Educação, Rossieli Soares. “Eu acho que essa diminuição de ausentes foi resultado de uma série de fatores, mas a melhoria de uma forma geral do planejamento feito pelo Inep [Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira, autarquia vinculada ao MEC] é fundamental para essa redução e para esse passo importante para o Brasil”.
As provas foram de linguagens, códigos e suas tecnologias; e de ciências humanas e suas tecnologias; além da redação, que teve como tema “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet”. Outro número positivo foi o alto índice de acesso ao cartão de confirmação de inscrição, que superou 89%. Juntamente a uma série de medidas adotadas pelo MEC e pelo Inep, o acesso já indicava esse comportamento dos participantes.
Não foram registradas sem ocorrências graves. Foram registrados 87 casos de interrupção de energia elétrica, mas em apenas dois locais de prova a aplicação precisou ser interrompida. Os casos são de Porto Nacional (TO) e Franca (SP), locais onde os participantes terão direito à reaplicação do primeiro dia, em 11 de dezembro, e deverão comparecer às provas do próximo domingo normalmente. Ao todo, 71 participantes foram eliminados (67 por descumprimento de regras gerais do edital, dois por problemas após revista no detector de metal e dois por uso de ponto eletrônico).
O Enem 2018 continua no próximo domingo, 11, com aplicação das provas de ciências da natureza e suas tecnologias e Matemática e suas tecnologias. Os candidatos terão cinco horas para a resolução de 90 questões, 30 minutos a mais que no ano passado. Esta é uma das novidades da edição, que também ampliou, em cinco vezes, o número de detectores de ponto eletrônico. Os gabaritos e cadernos de questões serão liberados em 14 de novembro, no site do Enem. Os resultados estão programados para 18 de janeiro de 2019.
A região Sudeste tem 36,6% dos 5,5 milhões de inscritos, seguida pelo Nordeste, com 32,8%. As mulheres representam 59% dos participantes, que estão concentrados na faixa etária dos 17 anos (17%), 18 anos (15,9%) e 19 anos (10,6%). A faixa dos 21 a 30 anos reúne 27,8% dos participantes. Além disso, 58,7% dos inscritos já concluíram o ensino médio, enquanto 29,7% estão cursando o último ano em 2018.
Os “treineiros”, participantes que fazem o Enem em busca de uma autoavaliação, representam 10,6% dos inscritos de 2018. Dados detalhados por Unidade da Federação e o número de inscritos por município estarão disponíveis no press kit Enem 2018.

 

Fonte: IPAE 009 – 06/11/18

Jair Bolsonaro é eleito presidente do Brasil

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) foi eleito neste domingo (28) presidente do Brasil. Bolsonaro obteve 55,13% dos votos válidos, contra 44,87% dados ao seu adversário, Fernando Haddad (PT). No primeiro turno, ocorrido no último dia 7, Bolsonaro obteve 46,03% dos votos válidos e Haddad 29,28%.
O novo presidente, que vai substituir Michel Temer, toma posse no dia 1º de janeiro de 2019 em solenidade no Congresso Nacional. O vice-presidente eleito é o general da reserva Hamilton Mourão (PRTB).
Após a confirmação da eleição, Bolsonaro fez pronunciamento em sua residência no Rio de Janeiro, divulgado em rede social, em que citou a Bíblia, criticou a esquerda e disse que governará ao lado da Constituição. Ele também agradeceu aos médicos que cuidaram de sua saúde após o atentando à faca que sofreu em 6 de setembro.
Já nas eleições estaduais, 13 governadores foram eleitos em segundo turno. 

 

Fonte: IPAE 145 – 30/10/18

Inep seleciona elaboradores e revisores de itens de Ciências da Natureza e Ciências Humanas para o Sistema de Avaliação da Educação Básica

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) está selecionando elaboradores e revisores de itens para Banco de Colaboradores do Banco Nacional de Itens (BC-BNI) do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Os interessados que cumprirem os critérios exigidos pelo Edital de Chamada Pública podem se inscrever entre 23 de outubro e 9 de novembro pelo endereço eletrônico: bni.inep.gov.br/inscricao.
Há vagas para quatro perfis de elaboradores e revisores: Ciências da Natureza para os anos iniciais do Ensino Fundamental Regular; Ciências da Natureza para o Ensino Fundamental Regular; Ciências Humanas para os anos iniciais do Ensino Fundamental Regular; e Ciências Humanas para o Ensino Fundamental Regular.
Podem se candidatar graduados em Pedagogia e os licenciados em Ciências, Biologia, Física, Química, Ciências Sociais, História, Geografia, Sociologia e Filosofia. Os interessados precisam cumprir os requisitos descritos em edital: ter disponibilidade e aptidão para elaboração de itens e revisão técnico-pedagógica de itens que poderão compor as avaliações da educação básica; ter conhecimento de informática suficiente para acessar, editar e realizar serviços em plataformas na internet; não ser do quadro de servidores efetivos, comissionados ou neles em exercício, do MEC, Capes, Inep, DNDE, CNPq e Finep; não ter sido afastado do quadro de colaboradores do BNI por qualquer razão prevista em editais anteriores ou por razões de desempenho e atitudes inadequadas. É necessário alcançar pelo menos cinco pontos nos requisitos complementares previstos no edital.
O Banco Nacional de Itens (BNI) fornece insumos para as diversas avaliações e exames desenvolvidos pelo Inep, assegurando a disponibilidade de itens de qualidade, elaborados e revisados para cada instrumento, seja prova ou questionário. O Inep realiza chamadas públicas para a construção de uma rede de colaboradores interessados em elaborar e revisar itens para o Banco Nacional de Itens, constituindo o Banco de Colaboradores do BNI para cada avaliação ou exame em desenvolvimento. Todos os colaboradores participam de capacitações e oficinas de elaboração/revisão. A participação da comunidade educacional e acadêmica de todo o Brasil amplia a diversidade e melhora a adequação dos instrumentos para a avaliação da educação do país. O acesso ao Banco de Colaboradores do Inep exige a comprovação das informações prestadas. Os inscritos que não comprovem as informações prestadas são desclassificados e não podem participar de outras chamadas públicas do Inep por dois anos, além de poderem responder judicialmente pelo ato.

 

Fonte: IPAE 138 –  26/10/18

Participantes do Enem já podem consultar cartão de confirmação

Os mais de 5,5 milhões de estudantes que vão prestar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já podem consultar o cartão de confirmação da inscrição. O documento, disponível na página do participante e no aplicativo do Enem 2018, informa número de inscrição, local de prova (com endereço e número da sala), datas e horários do exame e opção de língua estrangeira escolhida, além de atendimentos específicos e/ou especializados e recursos de acessibilidade, caso tenham sido solicitados e aprovados.
É preciso informar o CPF e a senha cadastrada na inscrição. Quem esqueceu a senha pode recuperá-la na página do Enem, por meio de um passo a passo elaborado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da Educação.
Não é necessário apresentar o cartão de confirmação da inscrição para ter acesso aos locais de prova – basta levar documento oficial com foto e caneta esferográfica de tubo transparente. O Inep, todavia, alerta para os participantes não deixarem para acessar o cartão na véspera da prova. Outra orientação é fazer o trajeto antes do dia do exame, para verificar a distância, o tempo gasto e a melhor forma de chegar ao local de prova, evitando atrasos no dia da aplicação.
 

 

Fonte: IPAE 113 – 24/10/18

Cartão de confirmação do Enem 2018 será divulgado na segunda

Os 5,5 milhões de estudantes que estão com a inscrição confirmadano Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vão poder checar seu local de provas nesta segunda-feira (22). Essa é a data em que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) vai liberar o acesso ao cartão de confirmação do Enem 2018.

As provas acontecem nos dias 4 e 11 de novembro, dois domingos consecutivos.

Veja abaixo as perguntas e respostas sobre o cartão de confirmação:

Para que serve o cartão de confirmação?

É o documento que confirma a inscrição de cada candidato no Enem, e traz os detalhes sobre o local de provas. Além do nome da rua e número do edifício, o cartão também informa, por exemplo, o número da sala em que cada estudante fará o exame.

Como posso acessar o cartão de confirmação?

Apenas pela internet. O cartão de confirmação ficará disponível para consulta a partir de segunda pelo site https://enem.inep.gov.br/participante/.

O acesso é individual, ou seja, é preciso inserir os dados pessoais e a senha para poder verificar o local de provas.

Preciso levar o cartão de confirmação no dia do Enem?

O Inep afirma que não é obrigatório apresentar o cartão de confirmação no dia do exame, mas ele recomenda que todos os candidatos imprimam e levem o documento, porque ele facilita o acesso às informações e evitar confusões com o endereço e os horários da prova.

Fonte: G1 18/10/2018.

Ministério entrega Ordem Nacional do Mérito Científico e Tecnológico

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Gilberto Kassab, participa nesta quarta-feira (17) da cerimônia de outorga da Ordem Nacional do Mérito Científico e Tecnológico, às 15h, no Palácio do Planalto, em Brasília. Neste ano, receberão as honrarias 85 personalidades de diferentes segmentos da ciência brasileira, entre pesquisadores, professores, dirigentes de entidades e outros promotores do conhecimento.
A Ordem foi instituída pelo Decreto nº 772/1993 e se tornou a mais importante condecoração da área científica e tecnológica do país. Ela destina-se a premiar personagens nacionais e internacionais que tenham prestado contribuições relevantes à ciência e se destacado por suas qualidades intelectuais e acadêmicas.

 Fonte: IPAE 069 – 18/10/18

Censos de 2017 registram mais de 2,5 milhões de professores no país

O Censo Escolar 2017 contabilizou 2.192.224 docentes atuando na educação básica brasileira e, na educação superior, 349.776. Os censos educacionais são realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da Educação.
No Brasil, em 2017, mais de 2,5 milhões de pessoas atuavam como docentes na educação básica e na educação superior. Para as estatísticas educacionais, os docentes são contados uma única vez, independentemente de atuarem em mais de uma região geográfica, unidade da federação, município ou etapa de ensino.
Do total de docentes da educação básica revelados pelo censo de 2017, 1.909.462 atuam na zona urbana e 345.604 na zona rural. Mulheres respondem pela maioria – 1.753.047 –, sendo 594.012 entre 30 a 39 anos de idade. Os homens são 439.177, dentre esses, 161.344 na faixa etária de 30 a 39 anos. Desse grande universo, 1.717.545 professores possuem formação de nível superior, sendo 1.626.403 em curso de licenciatura.
Dos 349.776 docentes em exercício ou afastados, 340.027 estão atuando. Nesse montante, a distribuição por sexo se inverte: 182.522 são homens e 157.505, mulheres. Desse total, dez não têm graduação, 4.328 são graduados, 65.431 têm especialização, 128.450 têm mestrado e 143.477 possuem doutorado.

Fonte: IPAE 061 – 17/10/18

20º FNESP discute Desafios da 4ª Revolução Industrial na Educação Superior

O 20º Fórum Nacional do Ensino Superior, maior evento de educação superior da América Latina, será realizado pelo Semesp nos dias 27 e 28 de setembro, em São Paulo, e reunirá especialistas que atuam no Brasil, EUA, Reino Unido e Suíça para abordar os desafios da 4ª Revolução Industrial e apontar caminhos que permitam a sintonia das IES brasileiras com os avanços tecnológicos.
“A 4ª Revolução Industrial tem provocado avanços tecnológicos e mudanças sistemáticas em vários setores”, afirma o diretor executivo do Semesp, Rodrigo Capelato. “Neste 20º FNESP, vamos abordar os impactos desses avanços para o ensino superior e provocar a reflexão das Instituições sobre questões como a relevância do diploma, as novas profissões, a tecnologia digital nessa nova era, e as possibilidades de projetos que insiram as IES no século 21”, explica Capelato.
A grande inovação na 20ª edição do FNESP é que, pela primeira vez, os estudantes universitários também terão espaço para apresentar para mais de 700 mantenedores e gestores educacionais suas sugestões de como tornar o ensino superior mais atrativo e mais proveitoso.
Outro destaque desta edição do evento é o lançamento do Mapa do Ensino Superior 2018, desenvolvido pela Assessoria Econômica do Semesp, que oferece um panorama completo da educação superior brasileira. O Mapa do Semesp apresenta nessa 8ª edição um capítulo especial sobre as profissões do futuro, elaborado com base em relatórios e estudos publicados e em uma ampla pesquisa do mercado de trabalho no Brasil e no mundo, com uso da metodologia Big Data Analytics. O estudo foi dividido em oito áreas (Educação; Humanidades e Artes; Ciências Sociais, Negócios e Direito; Ciências, Matemática e Computação; Engenharia, Produção e Construção; Agricultura e Veterinária; Saúde e Bem-Estar Social; e Serviços) e, com base em uma análise de probabilidade, apresenta três a quatro profissões do futuro para cada área, além da definição de habilidades e competências que serão comuns a todos os profissionais.
A programação completa está disponível no site: http://www.semesp.org.br/fnesp/