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Sisu começa a receber inscrições para 235 mil vagas

O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) abriu inscrições para cursos de graduação em universidades públicas de todo o país. O período de inscrição vai de terça-feira, 22, até a próxima sexta, 25. Esta edição, a primeira de 2019, vai oferecer 235.461 vagas, distribuídas em 129 instituições de educação superior. A inscrição é feita exclusivamente pela internet, devendo o candidato acessar a página eletrônica do Sisu com o número de inscrição e senha do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Por intermédio do Sisu, universidades públicas oferecem vagas em cursos de graduação aos estudantes que fizeram o Enem 2018 e tiveram nota superior a zero na prova de redação. Ao se inscrever, o candidato deve fazer até duas opções de curso, especificando, em ordem de preferência, a instituição de educação superior pretendida, local de oferta, curso e turno, e a modalidade de concorrência. Também pela página do Sisu na internet é possível ao candidato acompanhar a inscrição, ter acesso às classificações parciais e notas de corte, ver o resultado final e a lista de aprovados. Outra opção é baixar o aplicativo do Sisu, disponível para Android e IOS.
O resultado dessa etapa será divulgado em 28 de janeiro e os estudantes selecionados terão de 30 de janeiro até 4 de fevereiro para realizar a matrícula junto à instituição. Este processo é feito diretamente com a universidade; assim, é importante ficar atento aos dias, horários e locais de atendimento definidos pelas instituições. Essas informações estão disponíveis nos respectivos editais.
Espera – os candidatos ao Sisu que não tiverem sido selecionados na chamada regular podem ingressar na lista de espera, cujo prazo de inscrição vai de 28 de janeiro a 4 de fevereiro. Já a convocação dos candidatos da lista de espera acontece a partir de 7 de fevereiro.
A partir desta edição, candidatos selecionados na chamada regular, em primeira ou segunda opção, não poderão mais participar da lista de espera. Outra novidade é que os candidatos não selecionados na chamada regular poderão escolher, para a lista de espera, a primeira ou a segunda opção informada no período da inscrição. Antes era possível apenas a primeira opção.

 

Fonte:IPAE 090 –  22/01/19

Enem 2018: resultado é divulgado pelo Inep

As notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 foram divulgadas na manhã desta sexta-feira (18). Para acessar, os candidatos que fizeram o exame devem entrar na Página do Participante (https://enem.inep.gov.br/participante/), incluir o CPF e a senha cadastrada. A nota do Enem só pode ser consultada individualmente.

Inicialmente, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) havia divulgado que as notas sairiam a partir das 10h desta sexta. Porém, o resultado já estava disponível por volta das 8h20. Ao G1, o Inep esclareceu que a liberação das notas costuma ser antecipada para que, até o horário oficial da divulgação, o sistema passe por um período considerado de teste, quando pode passar por momentos de sobrecarga.

O objetivo desse teste, segundo o Inep, é garantir que, às 10h, o acesso de todos os cerca de 4 milhões de participantes do Enem esteja estável e não fique sobrecarregado.

De acordo com o Inep, o resultado dos treineiros e o espelho da redação estarão disponíveis no dia 18 de março.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), o Enem é a segunda maior prova do tipo no mundo, só perdendo para o “gao kao”, prova de admissão ao ensino superior da China, com 9 milhões de candidatos.

Fonte: G1 18/01/18

Regulação do MEC inicia gestão com descredenciamento de IES

Os primeiros atos de 2019 da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação foram de aplicação de penalidade contra instituições de ensino superior. A portaria nº 1 aplica o novo instrumento de “despacho sancionador” contra uma faculdade, determinando uma série de providências que decorrem da punição. Já o primeiro despacho é mais grave e determina o “descredenciamento” de outra IES.
As decisões são passíveis de recurso para o Conselho Nacional de Educação, contudo os mesmos não têm efeito suspensivo. Isso significa que, na prática, trazem grande prejuízo para a comunidade educacional eis que dificilmente alunos renovam suas matrículas numa situação de incerteza.
Considerando que vem sendo crescente o número de medidas punitivas contra as IES o Instituto de Pesquisas e Administração da Educação vem recomendando uma auditoria nos atos regulatórios e a constatação de existência de processos que possam acarretar em punições pelo Governo.
Para atender a essa demanda crescente criou inclusive um serviço especializado. Mais informações podem ser vistas acessando o link http://www.ipae.com.br/md/907/

 Fonte: IPAE 009 – 11/01/19

Portaria flexibiliza percentual de uso de EAD em cursos de graduação presenciais

Foi publicada, no último dia 31 de dezembro, no Diário Oficial da União, a portaria nº 1.428, que trata da flexibilização do percentual de uso de EAD nos cursos de graduação presencial.
Segundo o texto, a IES que possuam pelo menos um curso de graduação reconhecido poderão introduzir a oferta de disciplinas na modalidade a distância na organização pedagógica e curricular de seus cursos de graduação presenciais regularmente autorizados, até o limite de 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso. 
Esse limite poderá ser ampliado, na maioria dos cursos, para até 40% (quarenta por cento) para cursos de graduação presencial, desde que também atendidos os seguintes requisitos: 
I – a IES deve estar credenciada em ambas as modalidades, presencial e a distância, com Conceito Institucional – CI igual ou superior a 4 (quatro); 
II – a IES deve possuir um curso de graduação na modalidade a distância, com Conceito de Curso – CC igual ou superior a 4 (quatro), que tenha a mesma denominação e grau de um dos cursos de graduação presencial reconhecidos e ofertados pela IES; 
III – os cursos de graduação presencial que poderão utilizar os limites definidos no caput devem ser reconhecidos, com Conceito de Curso – CC igual ou superior a 4 (quatro); e 
IV – A IES não pode estar submetida a processo de supervisão, nos termos do Decreto nº 9.235, de 2017, e da Portaria Normativa MEC nº 315, de 4 de abril de 2018.
As IES que optarem pela oferta de disciplinas na modalidade a distância em cursos presenciais deverão atualizar os respectivos projetos pedagógicos, submetendo-os à análise pela Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior, quando do protocolo dos pedidos de reconhecimento e renovação de reconhecimento dos cursos.
A norma revoga a Portaria MEC nº 1.134, de 10 de outubro de 2016. Ressalta-se que é preciso uma atualização dos projetos pedagógicos e sua submissão a SERES, quando forem protocolados os pedidos de reconhecimento e renovação de reconhecimento dos cursos.

Fonte: IPAE 026 –  10/01/19

Inep publica Escalas de Proficiência do Enem de 1998 a 2008

Dentro das comemorações pelos 20 anos de criação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou uma interpretação inédita das Escalas de Proficiência do Enem 1998 – 2008, assinada pelo mesmo grupo que elaborou a Escala, em 1998. As dez primeiras provas do Enem, que usavam como parâmetro a Teoria Clássica dos Testes (TCT) foram submetidas às análises da Teoria de Resposta ao Item (TRI), adotada desde 2009.
Por meio de um trabalho estatístico de extrema qualidade técnica, chegou-se à conclusão de que, mesmo sem os pré-testes possíveis apenas com a TRI, as provas de 1998 a 2008 se mostraram instrumentos precisos e bem elaborados para avaliar o que se propunha, o que permitiu a construção de Escalas de Proficiência para cada ano de realização do exame, entre 1998 a 2008. “Naturalmente, não foi possível a elaboração de uma escala única, pois na construção das provas das onze primeiras edições não se tratou, a priori, de garantir metodologicamente a equivalência dos resultados”, explica Maria Inês Fini, presidente do Inep e coordenadora original da elaboração da Escala de Proficiência do Enem, em 1998.
A descrição da escala de proficiência permite interpretar aquilo que os participantes sabem e são capazes de realizar em relação aos conteúdos, habilidades e competências avaliados no Enem. A interpretação da escala é cumulativa, ou seja, os participantes situados em um determinado ponto dominam não só os conteúdos, habilidades e competências associados a esse ponto, mas também as proficiências descritas nos pontos anteriores. As proficiências descritas na Escala representam as competências, habilidades e os conteúdos da Matriz do Enem, procurando demonstrar as diferenças delas nos diferentes pontos (complexidade). A descrição do que realmente aconteceu em cada item da prova é fundamental para marcar os diferentes domínios. Para cada ponto analisado, são apresentados dados estatísticos que possibilitam compreender melhor a proficiência dos participantes.
Quando foi aplicado pela primeira vez, em 1998, as análises estatísticas dos resultados da avaliação em larga escala da educação básica já eram feitas no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), ainda em vigor. De 1998 a 2008, o Enem foi constituído por uma única prova e seu modelo de análise de resultados baseava-se no percentual de acertos que se transformava por somatória numa nota geral. Seus resultados individuais eram analisados num modelo pedagógico sob a ótica de cada uma das cinco competências e suas respectivas habilidades. Naquela época o Enem adotava como parâmetro as análises estatísticas clássicas Teoria Clássica dos Testes (TCT), que permitiam medir a proficiência a partir de uma análise do percentual de acertos.

 

 

Fonte: IPAE 129 – 27/12/18

Conceitos dos cursos de graduação e instituições relativos a 2017 estão disponíveis para consulta

Apenas 9,5% dos cursos de bacharelado e licenciaturas em ciências exatas e dos cursos superiores de tecnologia em controle e processos industriais, informação e comunicação, infraestrutura, produção industrial tiveram desempenho nas faixas 1 e 2, no Conceito Preliminar de Cursos (CPC). Outros 38,3% ficaram acima, nas faixas 4 e 5, numa escala de 1 a 5. A maioria dos cursos brasileiros nessas áreas, 52%, estão na faixa 3.
Esse Indicador de Qualidade da Educação Superior calculado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) observa quatro dimensões para avaliar a qualidade dos cursos de graduação. Já o Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC), indicador de qualidade que avalia as instituições de educação superior, registrou 13,5% das instituições nas faixas mais baixas, 66% na média e 20,5% nas faixas superiores. Os dados são referentes a 2017 e foram divulgados pelo Ministério da Educação e pelo Inep em coletiva de imprensa nesta terça-feira, 18, em Brasília.
Ao todo, 10.210 cursos e 2.066 instituições tiveram os conceitos CPC e IGC divulgados, respectivamente. Em outubro, o Inep já tinha divulgado o Conceito Enade e o Indicador de Diferença entre os Desempenhos Esperado e Observado (IDD). Todos os quatro indicadores de qualidade da educação superior calculados pelo Inep são expressos em faixas, descritas em uma escala crescente de valores de 1 a 5. Os valores brutos atribuídos aos componentes utilizados no cálculo são padronizados e reescalonados para serem expressos em valores contínuos de 0 a 5. Antes do cálculo final, todas as instituições têm acesso aos insumos de cálculo e podem se manifestar no Sistema e-MEC.
Em 2017, foram avaliados os estudantes das seguintes áreas: Bacharel nas áreas de arquitetura e urbanismo; engenharia ambiental; engenharia civil; engenharia de alimentos; engenharia de computação; engenharia de controle e automação; engenharia de produção; engenharia elétrica; engenharia florestal; engenharia mecânica; engenharia química; engenharia; e sistema de informação. Bacharel ou licenciatura em ciência da computação; ciências biológicas; ciências sociais; filosofia; física; geografia; história; letras – português; matemática e química. Licenciatura em artes visuais; educação física; letras – português e espanhol; letras – português e inglês; letras – inglês; música e pedagogia. Tecnólogo em análise e desenvolvimento de sistemas; gestão da produção industrial; redes de computadores; e gestão da tecnologia da informação.
 

 

Fonte:IPAE 105 – 21/12/18

Portarias do MEC instituem Diretrizes para o Ensino Superior

O Ministério da Educação publicou, nos últimos dias, uma série de portarias, homologando pareceres do Conselho Nacional de Educação, mais especificamente da Câmara de Educação Superior. Um dos documentos dita versa sobre Diretrizes para as Políticas de Extensão da Educação Superior Brasileira.
Outras duas portarias instituem Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Direito e Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Educação Física.
Todos os textos foram publicados no Diário Oficial da União.
 

 

Fonte: IPAE 097 – 19/12/18

Presidente do Inep pede continuidade na educação

A presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Maria Inês Fini, fez um apelo hoje (18) ao novo governo para que mantenha as ações que foram iniciadas no setor da educação. “Espero que, mais uma vez, a gente não cometa o pecado da descontinuidade. Isso é que acarreta atraso gigantesco para a educação do Brasil.”

Segundo Maria Inês, os programas e iniciativas educacionais têm que ser revistos. “Isso é direito e dever dos novos gestores do MEC [Ministério da Educação]”, enfatizou a educadora. Ela ressaltou que o Brasil teve, em etapas diferentes de gestão, “excelentes projetos” que foram abandonados pelas gestões seguintes.

“Eu considero que nós estamos vivendo um momento muito privilegiado de transição e espero realmente que a única característica que vai garantir que o Brasil progrida seja respeitada: que é a continuidade”, afirmou Maria Inês, que fez as declarações em entrevista coletiva sobre os resultados do Conceito Preliminar de Cursos (CPC) e do Índice Geral de de Cursos Avaliados da Instituição (IGC). Os índices medem, respectivamente, a qualidade dos cursos superiores e das instituições de ensino que ofertam esses cursos.

Os resultados mostraram que 278 instituições de ensino superior tiveram desempenho abaixo da média de desempenho geral das instituições avaliadas em todo o país e que um a cada 10 cursos também obteve “conceitos baixos”.

Segundo a presidente do Inep, tanto a educação básica, que corresponde à etapa escolar que vai do ensino infantil ao médio, quanto a educação superior devem ter atenção especial dos novos gestores, uma vez que é a educação básica que forma os professores que trabalharão nas escolas que, por sua vez, formarão os estudantes que vão entrar nas universidades.

Maria Inês destacou como iniciativas que precisam ter continuidade a Base Nacional Comum Curricular, que define o mínimo que os estudantes deverão aprender na escola em todo o país, e a Base Nacional Comum da Formação de Professores da Educação Básica, que define o mínimo que os novos professores devem aprender nas universidades, entre outras.

 

Fonte: Fundacred 19/12/2018.

Primeira edição de 2019 do Sisu ofertará mais de 235 mil vagas

O processo seletivo do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), primeira edição de 2019, vai ofertar 235.476 vagas, em 129 instituições de todo o país. As inscrições serão feitas exclusivamente pela internet, por meio da página eletrônica do Sisu, no período de 22 de janeiro de 2019 até as 23h59 de 25 do mesmo mês, observando o horário oficial de Brasília.
O Sisu é o instrumento pelo qual as universidades públicas oferecem vagas a candidatos que se submeteram ao Exame Nacional de Ensino Médio (Enem). Podem concorrer às vagas os estudantes que fizeram o Enem 2018 e obtido nota acima de zero na prova de redação.
Os candidatos poderão se inscrever no processo seletivo em até duas opções de vaga, especificando, em ordem de preferência, as suas opções em instituição de educação superior participante, com local de oferta, curso e turno, e a modalidade de concorrência.
A primeira edição do processo seletivo de 2019 será constituída de uma única chamada regular e o resultado será divulgado em 28 de janeiro. Já as matrículas ou registros acadêmicos dos candidatos selecionados deverão ser feitas nas instituições para as quais foram selecionados, na chamada regular, entre os dias 30 de janeiro e 4 de fevereiro. Os escolhidos devem observar os dias, horários e locais de atendimento definidos por cada instituição em seu edital próprio.
 

 

Fonte:IPAE 089 – 18/12/18

MEC apresenta Base Nacional Comum para Formação de Professores da Educação Básica

O Ministério da Educação apresentou a Base Nacional Comum para Formação de Professores da Educação Básica, nesta quinta-feira, 13, em Brasília. O documento é baseado em três eixos que vão nortear a formação inicial e continuada dos docentes de todo o país: conhecimento, prática e engajamento. O objetivo é melhorar a qualidade do ensino oferecido aos estudantes ao mesmo tempo em que valoriza o professor. A proposta será entregue ao Conselho Nacional de Educação (CNE) nesta sexta-feira, 14.
“A proposta de base apresentada pelo MEC pretende revisar as diretrizes dos cursos de pedagogia e das licenciaturas para colocar foco na prática da sala de aula, no conhecimento pedagógico do conteúdo e nas competências previstas na BNCC da Educação Básica”, explicou o ministro da Educação, Rossieli Soares.
Pela proposta, a formação deve ter uma visão sistêmica que inclua a formação inicial, a formação continuada e a progressão na carreira. Nesse sentido, alinhamento e articulação são requisitos indispensáveis em uma política pública que envolve vários setores educacionais: MEC, instituições formadoras, conselhos de educação, estados, Distrito Federal e municípios. Cada ente com responsabilidades complementares no que diz respeito à formação de professores.
No eixo do conhecimento, o professor deverá dominar os conteúdos e saber como ensiná-los, demonstrar conhecimento sobre os alunos e seus processos de aprendizagem, reconhecer os diferentes contextos e conhecer a governança e a estrutura dos sistemas educacionais.
Já no eixo da prática, o professor deve planejar as ações de ensino que resultem na aprendizagem efetiva, saber criar e gerir ambientes de aprendizagem, ter plenas condições de avaliar a aprendizagem e o ensino, e conduzir as práticas pedagógicas dos objetos do conhecimento, competências e habilidades previstas no currículo.
No terceiro e último eixo está o engajamento. É necessário que o professor se comprometa com seu próprio desenvolvimento profissional, com a aprendizagem dos estudantes e com o princípio de que todos são capazes de aprender. Também deve participar da construção do projeto pedagógico da escola e da construção de valores democráticos. Além de ser engajado com colegas, famílias e toda a comunidade escolar.
A proposta que será entregue ao CNE também propõe mudanças no tempo da formação inicial para a pedagogia. A intenção é que, nos quatro anos de curso, sejam dois anos de formação comum e um ano de aprofundamento para cada etapa da educação a que o professor queira se dedicar em sua carreira, como educação infantil ou alfabetização, por exemplo. Também está prevista a possibilidade de cursar mais um ano de especialização com foco em gestão escolar e outro de mestrado.
A partir do recebimento da BNC-Professores, o CNE vai abrir o debate com as instituições formadoras, estados, municípios e escolas, para aperfeiçoar, complementar e, a partir da proposta, reformular as normativas para a formação de professores no Brasil. Após esse trâmite, o documento é devolvido ao MEC para homologação.

 

Fonte:IPAE 071 – 14/12/18