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MEC lança programa que alia o ensino à prática na educação básica

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Janio Macedo, apresentou o programa nesta quarta-feira, 6 de novembro (Foto: Gabriel Jabur/MEC)

 

Dyelle Menezes e Guilherme Pera, do Portal MEC

Para tornar os estudantes protagonistas de sua jornada escolar, o Ministério da Educação (MEC) lançou, nesta quarta-feira, 6 de novembro, o programa Educação em Prática. Instituições de ensino superior parceiras vão abrir as portas das faculdades para que alunos do ensino básico ampliem seus conhecimentos com foco em suas habilidades e aptidões. Os estudantes do ensino médio e do 6º ao 9º ano do ensino fundamental terão a oportunidade de colocar o aprendizado da sala de aula em prática. 

A iniciativa vai proporcionar ainda um maior conhecimento para que os estudantes decidam o que querem cursar após a conclusão do ensino médio. O intuito é que as universidades disponibilizem conteúdos, professores e espaços físicos, como laboratórios de ciências, física, robótica, sala de computadores, música e quadras de esporte, por exemplo. Com o programa, o estudante da educação básica vai completar a carga horária do currículo escolar e ter acesso a novas oportunidades em atividades ao aproximar o aprendizado do ensino superior.

A cerimônia de lançamento foi realizada na sede do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em Brasília. No evento, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, assinou a portaria de lançamento do Educação em Prática. Foi seguido de diversos protocolos de intenções, nos quais os signatários manifestam interesse em participar do programa. Foram eles:

  • presidente da Associação Nacional de Universidades Privadas (Anup), Elizabeth Guedes;
  • secretário-executivo da Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe), Claudio Alcides Jacoski;
  • secretária-executiva do Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung), Jaira Maria Alba Puppim;
  • presidente da Associação Brasileira de Instituições Educacionais Evangélicas (ABIEE), Silvio Yung;
  • presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), Celso Niskier;
  • secretário-executivo da Associação Brasileira das Instituições Comunitárias de Educação Superior (Abruc) e do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (Crub), José Carlos Aguilera;
  • 2ª vice-presidente da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (Anec), Adair Aparecida Sberga;
  • presidente da Associação Nacional dos Centros Universitários (Anaceu), Arthur Sperandéo de Macedo;
  • vice-presidente do Sindicato das Entidades Mantenedoras dos Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado do Rio de Janeiro (Semerj), Rui Otávio Bernardes de Andrade;
  • diretor jurídico do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp), José Roberto Kovac;
  • presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Luiz Miguel Martins Garcia;
  • presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Adriana Aguiar.

Durante a apresentação do programa, Weintraub reforçou que a medida representa o dinheiro do contribuinte voltando para a melhoria da sociedade. “A eficiência na gestão é a cara do governo do presidente Jair Bolsonaro. Nós estamos dando espaço para o setor público, mas também há espaço para a iniciativa privada contribuir”, afirmou o ministro.

Os alunos de cursos de Pedagogia e Licenciatura das instituições que aderirem ao programa poderão ganhar a experiência prática de estágio supervisionado nas escolas das redes públicas de ensino beneficiadas. Além disso, as universidades, os centros e as faculdades que abraçarem a educação básica poderão ter um bônus na avaliação institucional realizada pelo MEC, por meio do Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (SINAES).

O secretário de Educação Básica do MEC, Janio Macedo, que apresentou o programa no lançamento, mostrou o diagnóstico da educação no país: com alta evasão, principalmente nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio, e distorção na idade-série, ou seja, alunos que frequentam série que não está de acordo com a idade.

Para Macedo, o Educação em Prática vai trabalhar exatamente na resolução desses problemas. “Queremos que todos os estudantes tenham a mesma possibilidade educacional. Se não fizermos isso, estamos falhando. Nós todos sabemos que a educação é princípio básico para desenvolvimento do país e redução de desigualdades”, afirmou o secretário.

As parcerias darão suporte à implementação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que definiu os chamados “itinerários formativos”: uma formação em que o estudante pode escolher a área de conhecimento ou formação técnica a partir de suas preferências e intenções de carreira desenvolvendo seu projeto de vida. As adesões deverão ser realizadas a partir de 2019 e as ações começam a ser realizadas em 2020.

A cooperação será formada entre as instituições e as secretarias de Educação municipais e estaduais. A articulação para o desenvolvimento das atividades será promovida pelo MEC junto ao Consed, a Undime e as associações representantes de instituições de ensino superior parceiras.

O Brasil possui 2.152 instituições de ensino superior privadas e 296 universidades públicas. Além disso, são 38 institutos federais e dois Centros Federais de Educação Tecnológica no país que poderão aderir ao programa.

O secretário lembrou que, o programa aliado ao novo ensino médio e o ensino médio em tempo integral para dar velocidade necessária na melhoria da qualidade educacional. “Além do financiamento da União, que temos ampliado ao longo dos últimos anos, precisamos achar modelos alternativos para possibilitar aos alunos o sonho do aprendizado com qualidade”, disse.

Ensino em Tempo Integral – O MEC vai ampliar em quase 50% a oferta do Ensino Médio em Tempo Integral.

Com um orçamento de R$ 80 milhões, serão criadas 500 novas escolas já em 2020. O número representa aumento de 46% em relação à média anual de escolas criadas nos últimos três anos. De 2017 para cá, 1.027 escolas de ensino integral foram criadas. Cerca de 40 mil alunos serão beneficiados no ano que vem.

Weintraub destacou que a medida coloca o Brasil na mesma linha do que é feito nos países desenvolvidos no mundo. “No mundo inteiro a regra é o ensino integral. Nos últimos anos, a gente ficou para trás porque não era prioridade. Não vamos selecionar ninguém. Nós queremos subir o nível de educação para todo mundo”, afirmou.

Nos próximos dias, as 1.027 escolas que já participam do programa de fomento ao ensino médio em tempo integral receberão a segunda parcela de 2019, de R$ 118 milhões. A primeira foi liberada em novembro de 2018.

O recurso é transferido para as secretarias de Educação e deve ser usado para a adequação das escolas. As instituições de ensino participantes possuem uma carga horária superior a 35 horas semanais – ou 7 diárias. A carga horária do ensino médio não integral no Brasil é de 16 horas semanais – 4 horas por dia. Com a reforma do ensino médio, aumentará para 20 e 5, respectivamente.

Novo Ensino Médio – O MEC disponibilizou o acesso ao sistema para que as 3.686 escolas piloto participantes do programa Novo Ensino Médio possam informar suas propostas de flexibilização curricular.

A partir dessas informações, o ministério vai liberar recursos por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). O montante total é de R$ 138 milhões em dezembro, segunda parcela de 2019. A primeira foi em junho, de R$ 68 milhões.

Por meio dessa iniciativa piloto, as escolas devem apresentar propostas que contemplem formação continuada para os professores e definam a flexibilização curricular.

Banco Mundial – O MEC avançou em um acordo de empréstimo de US$ 250 milhões (hoje, aproximadamente R$ 1 bilhão) com o Banco Mundial, assinado em 2018 e que estava parado. Foi autorizada a constituição da Unidade de Gestão de Projetos, destinada a apoiar a reforma do ensino médio nos estados.

O acordo tem três objetivos:

  • fortalecer a capacidade das secretarias estaduais de Educação na implementação da reforma do ensino médio;
  • apoiar a implementação do novo currículo do ensino médio, com prioridade para as escolas situadas em regiões de baixo desenvolvimento socioeconômico;
  • expandir o ensino médio em tempo integral para diminuir a evasão e a repetência.

O dinheiro tem duas finalidades. São US$ 29 milhões (cerca de R$ 116 milhões) para contratar assistências técnicas e US$ 221 milhões (aproximadamente R$ 884 milhões) a serem liberados conforme os estados atingirem resultados, ou seja, avançarem na implementação da reforma do ensino médio.

 

Fonte : Portal MEC

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SEMERJ ASSINA ACORDO DE COOPERAÇÃO COM PROGRAMA “EDUCAÇÃO EM PRÁTICA”, DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO.

José Ivo  , Vice-presidente do SEMERJ, assinando o Termo de Cooperação

Ministério da Educação (MEC) lançou nesta quarta-feira (6) o Programa Educação em Prática. O objetivo é que Instituições de Educação Superior disponibilizem aos estudantes do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, conteúdos, professores e espaços físicos.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, assinou a portaria de lançamento do programa e explicou que “o objetivo é trazer o jovem para dentro da faculdade e não esperar ele passar pela avaliação para depois conhecer o sistema educacional”.

Em seguida, o SEMERJ e outras entidades representativas do setor, assinaram um acordo para cooperar e incentivar a implantação do Educação em Prática por todo o país.

Para participar, as Instituições de Educação Públicas e Privadas deverão aderir ao Programa em 2019, iniciando as ações práticas em 2020. A cooperação será formada entre as Instituições e as Secretarias de Educação Municipais e Estaduais. A articulação para o desenvolvimento das atividades será promovida pelo MEC junto ao Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e as Associações representantes de Instituições de Educação Superior parceiras.

Para mais informações acesse o portal do MEC.

Exame chegou em 100% dos locais de provas do primeiro domingo

A aplicação deste domingo acontece a partir das 13h30 com questões de ciências humanas, linguagens e redação

Às 11h deste domingo, 3 de novembro, 100% as provas do primeiro dia de realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 estavam nos locais onde serão aplicadas. São mais de 5 milhões de provas personalizadas, distribuídas para 10.133 locais de aplicação, em 1.727 municípios brasileiros. As informações são do Instituto de Pesquisas e Estatísticas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da Educação responsável pela aplicação do exame.

O Enem mobiliza mais de cem instituições parceiras em todo o país para garantir que os participantes façam o exame, em 147 mil salas de aula. As provas de linguagens, ciências humanas e a redação são aplicadas hoje. O exame continua no próximo domingo, 10.

O Inep recomenda que os participantes imprimam o Cartão de Confirmação da Inscrição e a Declaração de Comparecimento, caso precisem deste comprovante, e levem ambos para o exame. Os portões dos locais de prova abrirão ao meio-dia (12h), pelo horário oficial de Brasília, e serão fechados às 13h. O Inep não fornece comprovantes após o dia do exame.

Para fazer as provas do Enem, é necessário levar caneta esferográfica de tinta preta, fabricada com material transparente, a única permitida, bem como documento de identificação oficial com foto, original, não sendo aceito documento digital ou cópia, mesmo que autenticada. Documentos fora da validade também são aceitos para identificação.

Enem 2019 – O Enem avalia o desempenho do estudante e viabiliza o acesso à educação superior, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Programa Universidade para Todos (ProUni) e de convênios com instituições portuguesas. Quem faz o exame também pode requerer financiamento em instituições particulares, por meio do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

Fonte: Portal MEC

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Escola rural do Amazonas celebra conexão com internet para 376 alunos

Internet por satélite foi implementada por meio do programa Educação Conectada

Dyelle Menezes, do Portal MEC

Foi com festa para alunos, professores e gestores que uma escola da zona rural do Amazonas comemorou um passo importante após 19 anos de funcionamento: o acesso à internet. Com 376 alunos do ensino fundamental, a Escola Municipal Lili Vasconcelos, no município de Manacapuru, ganhou a conexão por meio do programa Educação Conectada, do Ministério da Educação (MEC).

Para a aluna Ana Santos, de 14 anos, do 8º ano do ensino fundamental, o acesso à internet permitiu a descoberta de um mundo novo. “A gente está comemorando muito a chegada da internet na escola. Facilitou a realização de diversas pesquisas, já que antes dependíamos somente dos livros impressos”, explicou a estudante que sonha em ser médica do Exército do Brasil.

A conexão ainda vai ajudar na formação de 15 professores da educação básica que trabalham na escola. Eles já estão sendo capacitados para utilizar a internet na sala de aula.

De acordo com o coordenador de Tecnologias e Inovação da Educação Básica do MEC, Alexandre Mathias, a internet vai possibilitar a implementação de um projeto pedagógico mais criativo e mais inovador. “Estudantes e professores mais motivados, com um benefício que permite economia financeira e acesso a uma quantidade muito maior de conteúdos. É isso que a internet permite”, afirmou.

Mathias também destacou que um dos objetivos do programa é tornar o ensino mais igualitário no Brasil. “As escolas dos quatro cantos do país poderão ter acesso a conteúdo dos mais diversos tipos e formatos, tanto no Amazonas quanto em São Paulo”, exemplificou.

Mas não são apenas os alunos e professores da escola do Amazonas que serão beneficiados pela tecnologia. A comunidade não vai ficar de fora. O prefeito da cidade de Manacapuru, Beto Dangelo, lembrou que a unidade fica em uma região afastada do município e que as pessoas que vivem lá poderão aproveitar a conexão para realizar serviços simples.

“Os moradores daqui poderão utilizar a internet para pagar contas. A internet veio como uma facilitadora para toda a comunidade, principalmente diminuindo as distâncias que são tão grandes no Amazonas”, afirmou Dangelo.

O programa – O Educação Conectada já levou o acesso à internet para cerca de 7 mil escolas rurais de norte a sul do Brasil, em 2019. Em agosto deste ano, o MEC repassou R$ 60 milhões para o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) com o objetivo de implementar o programa via satélite. Essa foi a segunda do total de seis parcelas que somarão R$ 360 milhões destinados à iniciativa até 2023.

Nesta segunda-feira, 4 de novembro, o MEC lançou outra etapa do programa: o Educação Conectada Terrestre. Serão mais 24,5 mil escolas públicas localizadas em áreas urbanas atendidas. Com investimento de R$ 82,6 milhões, o projeto vai alcançar 11,6 milhões de estudantes em 4.545 municípios e no Distrito Federal.

MEC expande Educação Conectada e oferece internet para mais 24,5 mil escolas

Com a ampliação, programa vai beneficiar, ao todo, 11,6 milhões de estudantes de norte a sul do país


O ministro da Educação, Abraham Weintraub (dir.), e o secretário de Educação Básica do MEC, Janio Macedo, em coletiva de imprensa na sede do MEC (Foto: Luís Fortes/MEC)

 

Dyelle Menezes e Guilherme Pera, do Portal MEC

Democratizar o acesso à internet de qualidade em escolas públicas nos quatro cantos do Brasil. É com esse intuito que o Ministério da Educação (MEC) amplia o programa Educação Conectada para mais 24,5 mil escolas públicas urbanas. Com investimento de R$ 82,6 milhões, o projeto vai alcançar 11,6 milhões de estudantes em 4.545 municípios e no Distrito Federal.

O anúncio foi feito em coletiva de imprensa realizada na sede do MEC, em Brasília, nesta segunda-feira, 4 de novembro. Participaram o ministro Abraham Weintraub, o secretário de Educação Básica do MEC, Janio Macedo, e a diretora de Apoio às Redes de Educação Básica do MEC, Aline Dantas.

A maioria das escolas públicas a receber a conexão é da rede municipal: são 13.634, com mais de 5,5 milhões de alunos. O restante é instituição da rede estadual de educação básica, com 10.828 escolas e 6,1 milhões de estudantes.

Para Weintraub, conectar as escolas é colocar o Brasil em sintonia com outros países e facilitará os principais serviços do MEC. “Para ter o Enem [Exame Nacional do Ensino Médio] Digital, é preciso dar condições iguais para todos. [A entrega anunciada hoje] vai ao encontro da necessidade de o Brasil ter exames periódicos para nossas crianças”, disse. O Enem Digital terá uma edição piloto em 2020 — o objetivo é que o principal exame de acesso ao ensino superior do país seja totalmente digitalizado até 2026.

Com a entrega anunciada hoje, já são 47.766 das 84.344 escolas urbanas — ou 56% do total — atendidas em todo o país. Para receber a conexão de internet, as instituições públicas precisam:

  • ter número de matrículas maior que 14 alunos;
  • no mínimo três computadores para uso pelos alunos;
  • no mínimo um computador para uso administrativo;
  • pelo menos uma sala de aula em funcionamento.

O Educação Conectada tem o objetivo de apoiar a universalização do acesso à internet em alta velocidade e fomentar o uso pedagógico de tecnologias digitais na educação básica. A iniciativa atende o Plano Nacional de Educação (PNE), que determinou a inserção da tecnologia nas salas de aula. Também prevê a formação de professores por meio do ambiente virtual de aprendizagem do MEC, chamado de AVAMEC. Em 2019, mais de 100 mil docentes concluíram cursos pela plataforma.

Segundo Janio Macedo, a conectividade é importante para manter os estudantes na sala de aula. “[O objetivo é] propiciar aos nossos alunos uma melhor condição de aprendizado, tornar a educação mais atrativa — tanto para o ensino fundamental, quanto para o ensino médio —, reduzindo a evasão escolar”, afirmou.

Os recursos para o Educação Conectada serão liberados por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), administrado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Com transferência do valor direto para as escolas estaduais e municipais, o programa contribui para manutenção e melhoria da infraestrutura física e pedagógica e, consequentemente, para o aumento do desempenho escolar.

Os gestores estaduais e municipais de educação têm até a próxima sexta-feira, 8 de novembro, para confirmar as escolas a receber conexão. A escolha deve ser realizada pelo Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec – Módulo Educação Conectada), e pelo PDDE Interativo (módulo Educação Conectada), ferramenta de apoio à gestão escolar, ambos do MEC.

Manutenção – Além de ampliar o acesso à internet, o MEC também vai garantir a manutenção do programa em 9,9 mil escolas que o receberam em 2018. Para isso, serão destinados R$ 32 milhões.

Educação Conectada Rural – O Educação Conectada leva internet também a escolas rurais, mas de um jeito diferente. Nelas, é por satélite. Já no projeto divulgado hoje é por fibra óptica, ou seja, por terra. Por isso, é chamado de Educação Conectada Terrestre.

Em agosto, o MEC repassou R$ 60 milhões para o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) contratar a Telebrás e levar conectividade a 8 mil escolas rurais até o fim do ano. Cerca de 7 mil já receberam.

 

Fonte: http://portal.mec.gov.br/

 

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QUASE METADE DOS PARTICIPANTES FAZ ENEM PELA PRIMEIRA VEZ EM 2019

 
Foto: Cambury

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019, que será realizado nos próximos dois domingos, 3 e 10 de novembro, é a principal porta de entrada para o ensino superior no país. Dos 5,1 milhões de participantes desta edição, 2,4 milhões farão o Enem pela primeira vez, o que representa 47% dos inscritos. O número representa uma tendência que passou a ser registrada a partir de 2018, quando 1,8 milhão de inscritos, ou seja, 33% dos participantes, nunca havia participado do Enem.

Entre os fatos que podem explicar o aumento de participantes no seu primeiro Enem, tanto em quantidade quanto em percentual, estão as mudanças implementadas em 2017 para concessão de isenção do pagamento da taxa de inscrição. 2018 foi o primeiro ano em que os participantes precisaram justificar a ausência na edição anterior para estarem aptos a pedir nova isenção em 2019. Neste ano, pouco mais de 1 milhão de inscritos (1.024.907) prestará o Enem pelo terceiro ano consecutivo.

Confira a evolução dos participantes fazendo o Enem pela primeira vez:

Provas
O Enem 2019 será aplicado nos dias 3 e 10 de novembro. O diretor de Gestão e Planejamento do Inep, Murillo Gameiro, orienta que todos os participantes cheguem ao local de provas no dia do exame com antecedência. Os portões abrirão às 12h, pelo horário oficial de Brasília, e serão fechados às 13h. “Sugerimos que os participantes conheçam o trajeto da sua residência até o seu local de prova, vejam no edital o que é permitido em sala e levem apenas o necessário para que façam a prova com total tranquilidade, sem percalços”, ressalta Gameiro.

Para que não ocorram imprevistos, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) recomenda que os participantes levem o Cartão de Confirmação da Inscrição nos dois dias de aplicação do exame e alerta para que não deixem para acessar o cartão na véspera da prova.

Além de estarem preparados para responder às questões, os participantes precisam ficar atentos aos objetos permitidos dentro da sala do exame. A única caneta aceita para preencher o Cartão-Resposta é a esferográfica de tinta preta, fabricada com material transparente. Nenhum outro tipo será permitido. Se o participante levar alguma outra caneta, ou ainda lápis e lapiseira, deverá guardar dentro do envelope porta-objetos fornecido pelo aplicador, que deverá ser lacrado.

Caso o participante leve bolsa ou mochila, o objeto será revistado e, após o procedimento, deverá ser guardado embaixo da cadeira. O mesmo procedimento vale para a mala de viagem. O Inep recomenda que este tipo de volume não seja levado no dia do exame.

O documento de identificação precisa ser oficial e com foto, original, válido em todo território nacional. Documento digital ou cópia, mesmo que autenticada, não serão aceitos. Também serão aceitos para identificação documentos vencidos, desde que estejam entre os permitidos, conforme o edital do Enem 2019.

Declaração de Comparecimento
Os participantes que precisarem comprovar presença no Enem 2019 deverão emitir a Declaração de Comparecimento, disponível na Página do Participante. Ela não é obrigatória. Quem precisar, no entanto, deverá imprimir o documento, que é personalizado, e levá-lo nos dias de prova, para ser entregue ao aplicador na sala do exame. Haverá uma declaração diferente para cada dia de aplicação. Para o primeiro domingo de prova, 3 de novembro, a declaração já está disponível no portal e no aplicativo do Enem. A Declaração de Comparecimento para o segundo dia de aplicação do exame, 10 de novembro, ficará disponível para impressão a partir da segunda-feira, 4 de novembro.

 
Fonte: ABMES

Estudantes esbarram em baixa oferta de bolsas de pós-graduação no Brasil

A pós-graduação é uma das excelentes alternativas para a valorização de um profissional no mercado de trabalho. Por ter poucos brasileiros com este nível acadêmico, a capacitação costuma representar um aumento significativo na remuneração dos trabalhadores no País. No entanto, a escassez de bolsas de estudos para uma pós dificulta o ingresso de novos estudantes.

Recentemente, o Governo Federal anunciou o corte de diversas bolsas da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior), um modelo de formação que costuma exigir dedicação integral aos estudos. Com isso, grande parte dos cursos de pós-graduação stricto sensu – mestrado, doutorado e pós-doutorado -, mais direcionados à pesquisa acadêmica, deixam de ter a opção de gratuidade nas universidades públicas.

Já em programas lato sensu, nos quais é mais possível conciliar o trabalho com o curso, as pós-graduações também esbarram na desafiadora realidade da baixa oferta de bolsas de estudos. Neste panorama, o crédito educacional torna-se uma boa opção para viabilizar a capacitação que representa um salto no mercado de trabalho. Com ele, o estudante pode pagar as mensalidades em um prazo maior, quitando somente após o período previsto de formatura.

Praticando a menor taxa administrativa do mercado, o CredIES é uma alternativa oferecida pela Fundacred, fundação sem fins lucrativos, para os cursos de pós-graduação. Em torno de 90 mil estudantes já utilizaram o crédito educacional entre as mais de 200 instituições de Ensino Superior conveniadas em diversos estados. Facilitar a continuação da formação acadêmica das pessoas integra a missão da Fundacred de fomentar o acesso ao ensino no Brasil.

Por: Assessoria de Imprensa

 

Fonte: Fundacred

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INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR BRASILEIRAS ESPERAM APROFUNDAR A COOPERAÇÃO COM A CHINA

 

“No campo do ensino superior, as universidades brasileiras esperam aprofundar a cooperação com a China. Os dois países têm um grande espaço de cooperação nesse campo.” diretor presidente da Associação Brasileira de  Mantenedoras de Ensino Superior e Presidente da Universidade Carioca, Celso Niskier  Durante a visita à China, ele disse a repórteres.

 Uma delegação liderada por Niskier e 40 diretores de instituições privadas de ensino superior brasileiras visitaram a Universidade de Língua e Cultura de Pequim no dia 15 e assinaram um memorando de entendimento com a escola para promover intercâmbios culturais e cooperação acadêmica.
 
 Ele ressaltou que, com o desenvolvimento da economia da China, o aprofundamento do intercâmbio de talentos e da cooperação científica e tecnológica entre os dois países no futuro é “inevitável”.  Ao mesmo tempo, ele também espera o intercâmbio acadêmico entre os dois lados para trazer as conquistas científicas e tecnológicas da China para o Brasil.
 
 No Brasil, as instituições privadas de ensino são uma parte importante do ensino superior, cobrindo mais de 75% dos estudantes universitários.  Sendo a organização mais representativa no campo da educação privada no país, a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior tem um forte interesse em realizar intercâmbios acadêmicos e cooperação no ensino de línguas estrangeiras com a China.O objetivo desta viagem é discutir a cooperação com muitas universidades chinesas.
 
 Niskier disse que a China é o maior parceiro comercial do Brasil e, como os dois países estão cada vez mais conectados nos campos da economia, comércio e cultura, a cooperação no ensino de línguas estrangeiras se tornou um meio importante para eliminar barreiras culturais e fechar o relacionamento entre os dois lados.  “O aprendizado de chinês se tornou um boom nas universidades brasileiras. Também existem muitas universidades na China que oferecem cursos de português.”

Evandro Carvalho, professor de questões chinesas no Brasil e professor da Fundação Getúlio Vargas, disse que muitos estudiosos brasileiros estão atualmente buscando oportunidades de pesquisa no exterior, e o enorme investimento da China em pesquisa científica despertou sua preocupação.  Ele esperava que a China incentivasse estudiosos brasileiros a virem para a China para atualizar o nível de cooperação em pesquisa científica entre os dois países.

 
Fonte: ABMES

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ESTUDA PUNIR ALUNO QUE TIRAR NOTA BAIXA NO ENADE

 

O Ministério da Educação quer criar mecanismos para que seja possível punir o aluno que tem um desempenho muito abaixo da média no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). A proposta foi apresentada ontem pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub. “O aluno faz a prova como se não houvesse amanhã”, disse, ao comentar os resultados do Enade para os cursos de bacharelado das áreas de Ciências Sociais, Ciências Humanas e para os tecnólogos de Gestão e Negócios, Produção Cultural e Design.

Ele atribuiu parte do baixo desempenho à falta de incentivo para a realização das provas. A participação no exame é obrigatória, sob pena de atraso na colação de grau. O desempenho, contudo, não traz vantagens ou desvantagens para o estudante. Diante desse cenário, avalia, parte dos alunos acaba entregando a prova em branco. Ele destacou resultados abaixo do porcentual de acerto com respostas aleatórias. “Eu gostaria que essa pessoa não pudesse se formar”, disse.

A ideia é também criar mecanismos positivos. E esse seria o primeiro passo da estratégia. O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Alexandre Lopes, afirmou que a ideia é incluir, no próximo edital, uma regra que permita a divulgação da faixa de nota do estudante que participou do exame. Isso seria feito, por exemplo, para aqueles que tivessem um nível de acerto entre 60% e 80% e na outra linha, para aqueles que tivessem um acerto acima de 80%. Tal mecanismo, na avaliação de Weintraub, poderia ser usado como incentivo, sobretudo no momento em que o estudante for procurar uma colocação no mercado de trabalho.

“Nada será feito a fórceps”, disse o ministro. A ideia é que mudanças nas regras de avaliação sejam discutidas com especialistas. Parte delas, de acordo com Lopes, poderá ter aplicação imediata. Outra necessitará de portaria ou de mudança na lei. Lopes afirmou que a ideia é apresentar até o fim do ano um conjunto de sugestões.

Públicas
Os resultados do Enade mostram um desempenho superior em cursos dados em instituições públicas. Ao mostrar os dados, porém, o ministro destacou a pequena diferença nos resultados entre cursos presenciais e a distância.

O levantamento preparado pelo Inep mostra que 12,2% dos cursos a distância tiveram classificação 4 e 5, maior do que o resultado médio. Nos cursos presenciais, a fatia que ficou com essa classificação é de 20,8%. Na outra ponta, 28,4% dos cursos a distância tiveram conceito mais baixo que a média (1 e 2), ante 18,1% dos cursos presenciais.

A comparação, contudo, tem universos bem distintos. Foram considerados no Enade 376 cursos com ensino a distância e 7.642 presenciais. O presidente do Inep atribuiu a diferença ao fato de que alguns cursos, como Direito, não apresentarem a modalidade a distância.

Defesa
Apesar da grande diferença do universo analisado, Weintraub avalia que o desempenho das duas formas de ensino é semelhante para os cursos que fizeram parte deste Enade. Para ele é uma realidade da qual não há como escapar. “É uma modalidade mais eficiente do ponto de vista econômico.”

Ressalvas
Especialistas e representantes do setor do ensino superior lembraram que o Enade foi criado para avaliar a qualidade dos cursos e não o conhecimento dos alunos. “Há alguns anos questionamos se o formato e conteúdos cobrados são os mais adequados”, disse Maria Helena Guimarães, do Conselho Nacional de Educação (CNE) e ex-secretária executiva do Ministério da Educação.

Simon Schwartzman, da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior, disse que o Enade tem matriz curricular genérica, já que avalia cursos do País todo. Por isso, vem sendo apontado como insuficiente. Um relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE, na sigla em português), divulgado em dezembro, avaliou que o Enade tem objetivos “irreais”, falha na tarefa de atestar a qualidade das graduações e pode inibir inovações.

Sólon Caldas, diretor executivo da Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior (ABMES), lembrou que o setor defende há anos que essa nota seja incluída no histórico escolar. “Seria uma motivação”, disse.

 
Fonte: ABMES

PRAZO FINAL PARA BOLSAS REMANESCENTES DO PROUNI É PRORROGADO ATÉ 4 DE OUTUBRO

 
 
 
Foto: divulgação

Candidatos matriculados em instituições privadas de ensino superior ganharam mais tempo para concorrer às bolsas remanescentes do Programa Universidade para Todos (ProUni). O prazo de inscrições foi prorrogado pelo Ministério da Educação (MEC) até 4 de outubro. A previsão inicial de encerramento era nesta segunda-feira, 30 de setembro.

As inscrições devem ser realizadas no site do programa. As bolsas remanescentes são mais uma chance para quem não foi contemplado nas primeira e segunda chamadas, além da lista de espera.

As vagas, voltadas para o segundo semestre do ano, ficam disponíveis por conta da desistência dos candidatos pré-selecionados ou falta de documentação, por exemplo.

Podem concorrer às bolsas remanescentes do ProUni:

  • brasileiros sem diploma de curso superior e que tenham participado de qualquer edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010, com nota superior a 450 pontos e sem ter zerado a prova de redação;
  • professores da rede pública de ensino, no efetivo exercício do magistério da educação básica e que não tenham participado do Enem podem se inscrever às bolsas de estudo em cursos de licenciatura.

Nesta etapa, não há chamadas ou nota de corte diária. A ocupação das bolsas é realizada conforme a ordem de inscrição. Ao concluir a inscrição, a bolsa automaticamente é reservada ao candidato.Quem for selecionado deverá comparecer à instituição de ensino nos dois dias úteis subsequentes ao da inscrição para comprovar as informações prestadas. O edital com o cronograma e demais procedimentos relativos à oferta de bolsas remanescentes do programa foi publicado na edição de 26 de julho do Diário Oficial da União (DOU).

ProUni – Criado em 2004, o Programa Universidade para Todos tem como finalidade a concessão de bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições de ensino superior privadas. Em contrapartida, o programa oferece isenção de tributos àquelas instituições que a ele aderem.

Dirigido aos estudantes egressos do ensino médio da rede pública ou da rede particular na condição de bolsistas integrais, com renda familiar per capita máxima de até três salários mínimos, o ProUni conta com um sistema de seleção informatizado e impessoal, que confere transparência e segurança ao processo. Os candidatos são selecionados pelas notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para assegurar inclusão à qualidade e mérito dos estudantes com melhores desempenhos acadêmicos.

 
Fonte: ABMES